SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE

Governo do Estado de Alagoas

Técnicos municipais são capacitados para identificação de arboviroses

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Repórter: Fabiano Di Pace

Repórter Fotográfico: Olival Santos

A Secretária de Estado de Saúde (Sesau) concluiu, nesta sexta-feira (9), o Curso para Identificação de Casos Suspeitos de Dengue, Zyka, Chikungunya, Febre do Mayaro e Amarela. A ação, destinada aos coordenadores da Atenção Primária e da Vigilância Epidemiológica das dez regiões de saúde de Alagoas, foi iniciada na segunda-feira (5) e ocorreu no auditório da pasta, localizada no bairro Jaraguá, em Maceió.

Durante o treinamento, foi apresentado o Panorama das Arboviroses em Alagoas, com o registro de redução drástica dos casos de dengue, zika e chikungunya este ano. Segundo a Gerência de Vigilância e Controle das Doenças Transmissíveis da Sesau, de janeiro a maio deste ano, foram confirmados 995 casos de dengue, contra 9.411 do mesmo período do ano passado.

Com relação à zika, são 50 casos confirmados este ano, contra 3.054 do mesmo período do ano passado. No caso da chikungunya, de janeiro a maio do ano passado foram confirmados 3.189 casos, contra 168 do mesmo período deste ano. Já quanto às febres do mayaro e amarela não há o registro de casos confirmados em Alagoas.

De acordo com a assessora técnica do Núcleo de Arboviroses da Sesau, Núbia Lins, o curso teve como objetivo capacitar e sensibilizar os técnicos municipais para os sintomas que identificam essas doenças. Isso porque, o diagnóstico em tempo oportuno é importante para evitar complicações no quadro clínico dos pacientes.

“Doenças como febre do mayaro e febre amarela, não possuem registro de casos em Alagoas e por isso os técnicos devem manter sua atenção redobrada para a notificação de casos suspeitos”, destacou a assessora técnica do Núcleo de Arboviroses da Sesau.

Núbia Lins lembrou que esses cuidados são essenciais para que se evitem o surgimento de epidemias. “Com ações de vigilância eficazes, os técnicos podem observar o surgimento dessas doenças e atuar para que se identifique o foco, evitando o aumento no número de casos, uma vez que todas podem ser transmitidas pelo Aedes aegypti infetado pelos respectivos vírus”, ressaltou.

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