SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE

Governo do Estado de Alagoas

Projeto da UE do Agreste identifica necessidades dos usuários

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Repórter: Davi Salsa

Repórter Fotográfica: Carla Cleto

O que é mais importante para você? É com essa pergunta que os profissionais de saúde da Unidade de Emergência do Agreste, em Arapiraca, estão descobrindo os maiores desejos dos pacientes internados e transformando esses sonhos em realidade.

Implantado há pouco mais de um mês, por meio do Núcleo de Segurança do Paciente (NSP), o projeto está fortalecendo os vínculos, inovando o tratamento e, acima de tudo, o trabalho de recuperação dos pacientes. A ação tem o apoio da gerente é do hospital, médica Regiluce Santos, e da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau).

Psicólogos, enfermeiros, assistentes sociais, entre outros profissionais de saúde, participantes do projeto, estão sendo incentivados a olhar para o paciente/residente em sua integralidade. Isso porque, esta iniciativa representa mais um Projeto de Humanização no Sistema Único de Saúde (SUS), visando melhorar o atendimento.

Os colaboradores têm a missão de registrar as ações e compartilhar os resultados com a equipe do Núcleo de Segurança do Paciente da UE do Agreste. Localizado na cidade de Arapiraca, o hospital é a maior referência no atendimento a vítimas de traumas de Alta e Média Complexidade em todo o interior de Alagoas.

“Ficamos impressionados com a dimensão do projeto e o impacto que teve nos profissionais envolvidos. Fizemos essa pergunta e constatamos que o paciente se surpreende. As histórias deles nos fizeram atentar que pequenos detalhes contribuem significativamente para a redução do sofrimento”, revela a coordenadora do projeto, enfermeira Elisângela Lira.

Ela disse que, nesse período, 36 pacientes atendidos no hospital, incluindo homens, mulheres e crianças, com o acompanhamento de pais ou responsáveis, responderam ao questionário elaborado pela equipe de especialistas. Ainda de acordo com Elisângela Lira, em ordem de importância, os principais desejos dos pacientes foram a oração, refeição especial, troca de colchões, brinquedos e camisa/blusa do time do coração.

“Esse trabalho vai além dos cuidados clínicos. Ele promove a humanização dos serviços de saúde, melhora o atendimento e a rápida recuperação dos pacientes”, salientou a coordenadora do projeto.

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