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Lavar as mãos protege contra a gripe, afirma médico no HGE

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Repórter: Thallysson Alves

Repórter Fotográfico: Thallysson Alves

A gripe é causada pelo vírus Influenza que está em constante mutação. Assim sendo, o infectologista Fernando Maia esteve à frente de palestra no Hospital Geral do Estado (HGE) esta semana para sensibilizar os servidores sobre a importância da vacina e esclarecer dúvidas quanto ao contágio, tratamento, prevenção e manuseio de doentes durante a internação.

Para o médico, existe a compreensão do setor Qualidade de Vida no Trabalho (QVT), ligado a Gestão de Pessoas da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), de que é difícil, principalmente dentro de um hospital público, evitar aglomerações de pessoas e ambientes fechados, assim como estar todo o tempo com as mãos livres de vírus e bactérias.

“Mas nós podemos nos proteger evitando que as mãos sujas cheguem aos nossos olhos, que entrem em contato com o que ingerimos e obviamente aos processos de trabalho; nós podemos usar as máscaras com mais frequência (a cirúrgica é suficiente), assim como outros equipamentos de proteção de forma adequada, e estarmos vacinados”, aconselhou o infectologista. “A vacinação precisa acontecer todos os anos, porque todos os anos a genética do vírus muda”, justificou.

Os sintomas da gripe são respiratórios, geralmente acompanhados de febre superior a 38°, fortes dores de cabeça, dores musculares, cansaço e fraqueza. Entretanto, estes mesmos sintomas podem esconder outras doenças mais graves, o que faz importante, em caso de não houver melhora após o consumo dos antitérmicos, a procura imediata de uma unidade de saúde.

“Há pessoas que consomem dicofenaco, nimesulida e outros anti-inflamatórios, isso quando não inventam de partir para um antibiótico também por conta própria. Está errado! A doença pode se agravar e o anti-inflamatório causar sangramentos. Para a gripe basta a dipirona, ou o paracetamol, com muita hidratação. As vitaminas C que compramos na farmácia ajuda, mas não tanto quanto são empurradas nas farmácias”, alertou o médico.

O Hospital Geral do Estado (HGE) é um hospital de urgência e emergência, com as portas abertas para atender qualquer cidadão, durante as 24h do dia, através unicamente do Sistema Único de Saúde (SUS). Ainda que especializado na assistência de média e alta complexidade, também está apto para assistir os alagoanos com doenças menos graves, como a gripe, por compreender a necessidade de combater complicações, como a pneumonia, a desidratação e os graus mais agudos de bronquite, asma, otite, sinusite e asma.

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