SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE

Governo do Estado de Alagoas

Sesau participa de treinamento do MS sobre febre amarela

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Repórter: Thallysson Alves

Repórter Fotográfico: Olival Santos

Quatro técnicos da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) estão na Barra de São Miguel, em treinamento promovido pelo Ministério da Saúde (MS), a todas as unidades federativas que compõem as regiões Norte e Nordeste do Brasil. A ação, que será realizada até esta sexta-feira (6), é resultado de articulação com o Estado, cuja pauta é a febre amarela.

“Treinamento em Vigilância de Febre Amarela: Vigilância Epidemiológica, Epizootas em PNH [Política Nacional de Humanização] e Entomologia” é o título do evento. Traduzindo, os profissionais que estudam, detectam ou previnem de qualquer mudança nos fatores determinantes e condicionantes de saúde individual ou coletiva foram convidados para uma grande partilha de experiências.

 

“A finalidade é que todos partilhem experiências e que saibam recomendações que resultam na adoção de medidas preventivas e de controle de doenças ou agravos. Após o evento, a nossa expectativa é de que levem os conteúdos aos seus estados e disseminem por lá, afim de que nos meses de novembro e dezembro, período que cresce o número de casos notificados, todos estejam devidamente qualificados para o enfrentamento”, aclarou o consultor do Ministério da Saúde, Alessandro Romano.

Além dos técnicos da Sesau, mais quatro de Maceió e outros dois de Arapiraca interagiram nas apresentações, ministradas por estudiosos do Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, São Paulo, Alagoas, Pernambuco, Goiás, Paraná, Pará e Distrito Federal.

“Apesar de Alagoas não ser um estado endêmico para a doença, é importante que recebamos e participemos continuamente desses treinamentos preventivos. Dessa forma, nos atualizamos, esclarecemos dúvidas, partilhamos ideias e recolhemos conhecimentos para levarmos a outros profissionais, então juntos estaremos melhores qualificados a detectar e agir com eficácia em eventuais fatos inusitados”, argumentou o assessor técnico em vetores, zoonoses e fatores ambientais da Sesau, Carlos Eduardo da Silva.

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