SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE

Governo do Estado de Alagoas

Sesau sensibiliza técnicos para implantar Comitê de Controle ao Tabagismo no Sanatório

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Repórter: Marcel Vital

Repórter Fotográfico: Olival Santos

 

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), em parceira com o Hospital Sanatório, realizou nesta terça-feira (21) uma reunião com profissionais que atuam na unidade objetivando sensibilizá-los e capacitá-los para executar as ações de prevenção, cessação do uso do tabaco e a implantação de um ambiente livre do fumo.

A reunião contou com a presença de médicos e coordenadores do hospital, onde o treinamento foi organizado pelo Programa Estadual de Combate ao Tabagismo da Sesau. De acordo com Vetrúcia Teixeira, coordenadora do Programa Estadual de Combate ao Tabagismo da Sesau, a reunião foi importante para criar um ambiente livre de fumo e, consequentemente, instituir um Comitê de Controle do Tabagismo dentro do hospital.

 “Essas medidas representam um importante avanço na Política Nacional de Controle do Tabaco, pois garante proteção à população contra os danos à saúde decorrentes da exposição à fumaça ambiental do tabaco, em especial aos trabalhadores de ambientes coletivos, os quais são submetidos às substâncias tóxicas presentes na fumaça do cigarro durante toda jornada de trabalho”, destacou.

Segundo ela, a dependência é causada pela nicotina, um dos elementos presentes no tabaco ou fumo. Após a ingestão da fumaça, o cérebro é estimulado ao prazer, porque a nicotina cai na corrente sanguínea. Com isso, o fumante tem a sensação de bem-estar, atenua a ansiedade, diminui a fome, perde peso e sente-se relaxado.

“O fumante, com o passar do tempo, adquire uma doença denominada tabagismo, que se caracteriza pelo excesso de nicotina no organismo. Fumar faz mal porque o fumo quando queimado produz mais de quatro mil substancias químicas, sendo que sessenta delas são cancerígenas”, ressaltou.

Para Júlio Bandeira, diretor administrativo do Hospital Sanatório, a medida é importante para alertar os fumantes que mesmo dentro, ao redor do hospital ou próximo as suas dependências o hábito de fumar, além de incomodar a quem está próximo, traz malefícios também aos não fumantes.

“Hoje, a imagem geral do fumo na sociedade é mais negativa, mesmo os não fumantes têm conhecimento do malefício do cigarro no convívio com o fumante, mas não uma dimensão clara da magnitude desse risco. É importante que os nossos 700 funcionários tenham ciência de que a incidência de certas doenças pode ser tão elevada para eles quanto para o próprio fumante e tenham autonomia para cobrar o direito de um ambiente livre de tabaco não só para pacientes, bem como para os visitantes e acompanhantes”, frisou.

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