SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE

Governo do Estado de Alagoas

Casos de dengue têm redução superior a 80% em Alagoas

Imprimir esta Notícia

 

 
Repórter: Josenildo Törres
Repórter Fotográfica: Carla Cleto
 

Os casos confirmados de dengue em Alagoas tiveram redução de 81,1% este ano, quando comparados a 2016. De acordo com dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), órgão do Ministério da Saúdede janeiro até a primeira quinzena de novembro deste ano, foram registrados 2.427 casos, contra 12.848 do mesmo período do ano passado.

Redução que ocorreu também com a chikungunya, uma vez que, segundo o Sinan, foram 8.651 confirmações em 2016, contra 339 neste ano, resultado em uma queda de 96%. Com relação à zika – doença que está ligada ao aumento dos casos da microcefalia, houve o registro de 3.776 notificações no ano passado e 127 em 2017, ocasionando uma redução de 97%.

Para o supervisor de endemias da Sesau, Paulo Protásio, esta redução é reflexo das ações que a equipe técnica da saúde estadual tem realizado em parceria com os 102 municípios alagoanos. O propósito do trabalho desenvolvido, segundo ele, é evitar a proliferação do mosquito Aedes aegypti, responsável pela transmissão da dengue, zika e chikungunya.

“Ao longo deste ano, intensificamos as ações com os supervisores de campo, que percorrem as 10 microrregiões de saúde, já que estamos em um período propício para  a proliferação do mosquito Aedes aegypti. Neste trabalho, que é realizado semanalmente, eles acompanham as atividades dos agentes de endemias municipais, gerenciam as informações e dão suporte nas atividades de campo”, relatou Paulo Protásio.

Apoio dos alagoanos – Ainda de acordo com o supervisor de endemias da Sesau, a redução do número de casos notificados de dengue, zika e chikungunya também é reflexo do aumento da consciência dos alagoanos. “Além do trabalho de busca ativa realizado pelos técnicos estaduais e municipais, cada cidadão tem papel imprescindível nesta redução de casos, pois quando não se deixa água limpa e parada em locais expostos, como vasos, recipientes descartáveis e reservatórios de água, a população está contribuindo decisivamente para evitar a proliferação do Aedes aegypti”, enfatizou.

Supervisor de endemias da Sesau, Paulo Protásio, diz que atuação da população tem sido importante para evitar casos da doença

 

relacionadas