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Samu capacita maqueiros do HGE sobre transporte hospitalar

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Repórter:  João Victor Barroso

Repórter Fotográfico: João Victor Barroso

 

Os novos profissionais que vão atuar no Hospital Geral do Estado (HGE) trabalhando como padioleiros, conhecidos também como maqueiros, foram capacitados em técnicas de imobilização e transporte no ambiente hospitalar pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência de Alagoas (Samu). O curso aconteceu nesta quinta-feira (10), no auditório do Núcleo de Educação Permanente da Central Maceió, no bairro do Farol.

A capacitação contou com parte teórica e pratica, envolvendo os 29 novos maqueiros que irão iniciar as atividades no HGE nos próximos dias. Entre as abordagens feitas, foram passadas técnicas de imobilização, como colocar pacientes em prancha e o transporte na maca.

Segundo Arnon Alves, coordenador do NEP do Samu Maceió, essa parceria entre Samu e HGE existe há anos em troca de experiências e treinamentos, para que cada unidade de saúde se ajude e assim prestar um atendimento adequado à população.

“Os maqueiros são os primeiros profissionais do HGE a ter contato com o paciente e com a equipe de saúde que chega na unidade de saúde. Então é de extrema importância que eles estejam bem treinados e capacitados para receber essas pessoas, pois o transporte da porta da unidade até o leito, deve ser feito da melhor forma possível para não agravar a situação daquele doente”, destacou o médico.

Segundo Karla Gonzaga, instrutora de enfermagem no NEP do Samu Maceió, a capacitação acontece desde 2015, e esses profissionais devem saber como agir em cada condição que o paciente possa apresentar ao chegar no HGE. “Para isso os maqueiros precisam ter noções de anatomia e fisiologia para evitar lesões secundárias nos pacientes, que podem ser gestantes, idosos, crianças, pessoas vítimas de trauma ou casos de problemas cardíacos ou respiratórios”, destacou Karla Gonzaga.

Quem participou do curso e não vê a hora de começar a ajudar as pessoas que precisam do atendimento no HGE é o paraense Allan Fonseca, 24. “O que eu já posso percebe nessa profissão é que estamos lidando com vidas, e temos que ter muito cuidado com a vida dos outros, ainda mais em uma situação onde os pacientes estão em um estado delicado. Com essa capacitação pude tirar algumas dúvidas sobre como movimentar o paciente, especialmente quando eles não chegam de ambulância, e precisamos tirá-lo de um carro de passeio”, destacou o padioleiro.

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