SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE

Governo do Estado de Alagoas

Hospital Geral do Estado vacina profissionais contra o sarampo

Imprimir esta Notícia

Repórter: Neide Brandão

Repórter Fotográfica: Neide Brandão

O Hospital Geral do Estado (HGE), em Maceió, está vacinando os servidores que atuam na unidade contra o sarampo. A ação segue o protocolo do Ministério de Saúde (MS), que inclui àqueles que trabalham em instituições de saúde.

A vacinação, que iniciou no dia 28 de agosto, acontece até finalizar as 500 doses da tríplice viral encaminhadas para a unidade hospitalar pela Secretaria de Saúde de Maceió.  Para se vacinar, o servidor deve comparecer ao Serviço de Qualidade de Vida do Trabalhador (SQVT), das 9 às 17h. É necessária a apresentação do Cartão de Vacinação.

A enfermeira Mirella Montenegro explicou que a vacina tríplice viral, protege também contra caxumba e rubéola. Segundo a enfermeira, a proteção inicia-se cerca de duas semanas após a imunização. “A vacina é a principal forma de prevenção. Com a entrada de novos casos da doença no país, o ministério tem reforçado as ações de combate e prevenção da doença”.

As doenças – Causado por um vírus chamado Morbillivirus, o sarampo é uma doença infectocontagiosa. “É uma das principais doenças responsáveis pela mortalidade infantil em países do terceiro mundo e causa de surtos em países desenvolvidos onde a cobertura vacinal não é alta”, salientou a enfermeira.

Segundo a profissional, a caxumba se dissemina de uma pessoa para outra por via respiratória (através de gotículas ao espirrar, por exemplo) ou por contato direto com itens que foram contaminados pela saliva infectada. A doença provoca o inchaço doloroso das glândulas salivares.

Também transmitida por via respiratória, a rubéola é geralmente benigna, mas, quando ocorre na gravidez, pode fazer com que o feto desenvolva a síndrome da rubéola congênita, caracterizada por uma série de malformações. “Uma pessoa com rubéola pode transmitir a doença a outras pessoas desde uma semana antes do início da erupção até uma a duas semanas depois do seu desaparecimento”, explicou Mirella Montenegro.

relacionadas

CIB