SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE

Governo do Estado de Alagoas

Alagoas vai contar com 2 milhões de preservativos para o Carnaval

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Repórter: Fabiano Di Pace

Repórter Fotográfico: Olival Santos

Além dos 600 mil preservativos que os 102 municípios alagoanos receberam referentes à quota mensal de fevereiro, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) disponibilizou mais 2 milhões para o período de Carnaval. A ação integra a Campanha de Prevenção às Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) e Aids, lançada nesta segunda (10), cujo slogan é “A prevenção ainda é o melhor remédio contra o HIV”.

Além dos preservativos masculinos e femininos, também foram distribuídos 150 mil unidades de gel lubrificante, provenientes da cota mensal enviada pelo Ministério da Saúde (MS). Para os municípios que realizam festas carnavalescas, a exemplo de balneários como a Barra de São Miguel, Paripueira e Barra de Santo Antônio, a cota foi aumentada em 100%, uma vez que nestas localidades o número de pessoas chega a quadruplicar durante os quatro dias da folia de momo.   

Como ter acesso – Para ter acesso aos preservativos e ao gel lubrificante, o usuário deve ser dirigir até um posto de saúde mais próximo de sua residência. Alguns municípios, no entanto, realizam blocos carnavalescos exaltando a prevenção às IST e distribuindo os insumos, além de montarem stands nos pontos de maior concentração de foliões.

Segundo o gerente estadual de Vigilância e Controle das Doenças Transmissíveis, Diego Hora, o preservativo ainda é o método mais seguro de prevenir as Infecções Sexualmente Transmissíveis, principalmente a Aids. Ele também representa um contraceptivo para evitar uma gravidez não programada.

Diego Hora ressalta que uso de preservativo é importante para evitar doenças como a Aids

Diego lembrou que, além da Aids, o herpes, a sífilis e a clamídia são também preocupantes, uma vez que podem gerar consequências sérias, desde deformações à infertilidade. “É importante apostar na prevenção sempre. A camisinha é eficaz e deve ser utilizada, principalmente porque é de fácil acesso e por ser distribuída pelo SUS [Sistema Único de Saúde]”, concluiu Diego Hora.

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