Nutricionista recomenda alimentos para controlar o colesterol e evitar consequências das taxas alteradas

Fora dos níveis ideais, colesterol traz complicações como obesidade, derrames e infartos.
Foto: Ascom / HGE
Nutricionista recomenda alimentos para controlar o colesterol e evitar consequências das taxas alteradas
A ação faz parte do projeto Saúde no Prato: Alimente esta ideia, iniciativa da Seção de Qualidade de Vida do Trabalhador (QVT) da unidade hospitalar.
Repórter:
Neide Brandão

Em palestra realizada esta semana no Hospital Geral do Estado (HGE), a nutricionista Graça Cavalcante orientou profissionais e acompanhantes sobre a importância da alimentação para manter os níveis de colesterol em quantidades adequadas. A ação faz parte do projeto Saúde no Prato: Alimente esta ideia, iniciativa da Seção de Qualidade de Vida do Trabalhador (QVT) da unidade hospitalar.

Segundo a nutricionista, o colesterol é fundamental para o organismo, pois auxilia na formação das membranas celulares, na produção de hormônios e na síntese de vitamina D.

“O problema surge quando os níveis de colesterol não estão ideais, ocorrendo as complicações no sistema cardiovascular, aumentando a obesidade, hipertensão, causando impotência sexual no caso dos homens, levando ao infarto e até ao acidente vascular”, explicou Graça Cavalcante, lembrando que, o colesterol, quando está alto, não traz sintoma nenhum para o organismo, “daí a importância de manter sempre uma alimentação saudável e praticar atividades físicas”.

De acordo com a especialista, somente alimentos de origem animal possuem colesterol. Ela apostilou evitar alimentos que aumentem a produção de colesterol pelo fígado, como o excesso de carnes vermelhas e laticínios. Também sugeriu minimizar o uso de açúcares, farinhas brancas, biscoitos, pães e bolos feitos com a farinha branca e o álcool.

“Alimentos crus como as frutas e verduras ajudam a eliminar o excesso de colesterol e reduzem sua absorção, mantendo os níveis ideais. E, para que as vitaminas e antioxidantes não sejam eliminadas dos legumes, estes devem ser consumidos com pouco cozimento”, aconselhou.

Graça Cavalcante explanou ainda que os níveis altos do colesterol ruim (LDL) podem estar associados a fatores genéticos e, em alguns casos, exigir o uso de medicamentos. Mesmo assim, segundo ela, em boa parte dos casos dá para ser feito um controle dessas taxas por meio de uma alimentação saudável.

“O consumo em excesso de gordura trans ou saturada eleva os níveis do colesterol ruim no corpo. É preciso observar a alimentação mas, também, não esquecer que a prática de exercícios físicos regulares é um importante aliado da nutrição para prevenir o aumento das taxas. A atividade não apenas ajuda na redução do colesterol ruim, mas melhora os níveis do bom colesterol (HDL)”, finalizou a nutricionista. 



Fonte: Ascom / HGE


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