Repórter: Suely Melo
Fotos: Ascom Sesau

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) iniciou a vacinação contra o vírus Influenza de todos os funcionários lotados na sede administrativa e anexos nesta quinta-feira (02). A ação vai continuar na sexta (03), das 8h às 12h, na sala de situação, localizada na sede do órgão, na Avenida da Paz, no bairro de Jaraguá, em Maceió.
De acordo com o Ministério da Saúde (MS), a gripe é uma infecção aguda do sistema respiratório, provocado pelo vírus da influenza, com grande potencial de transmissão. Existem quatro tipos de vírus influenza, classificados em: A, B, C e D. O vírus influenza A e B são responsáveis por epidemias sazonais, sendo o vírus influenza A responsável pelas grandes pandemias.

O secretário de Estado da Saúde, o médico Gustavo Pontes, aproveitou a oportunidade para se vacinar e destacou que a imunização é importante não apenas para a saúde individual, mas, de toda a sociedade. “A imunização tem o objetivo de fortalecer o sistema imunológico. Com isso, é estimulada a produção de anticorpos que combatem agentes infecciosos como vírus e bactérias. Além disso, as vacinas impedem a disseminação de doenças graves que podem deixar sequelas permanentes e até levar ao óbito. É importante que todos os trabalhadores da saúde que estão lotados aqui na Sesau aproveitem a oportunidade e também venham se vacinar. Vacinas salvam vidas”, enfatizou.

A servidora da Sesau, Mary Landim, que exerce o cargo de coordenadora de Comunicação da pasta, também foi uma das trabalhadoras que se vacinaram na sede da Sesau. “Devemos cuidar de quem cuida, por isso, a importância dessa ação de vacinação aqui na Sesau para que todos os trabalhadores da saúde que estão em contato no dia a dia com pessoas doentes se imunizem. Eu já me vacinei e espero que todos façam o mesmo”, disse Mary Landim.
Os principais sintomas da gripe são febre, dor de garganta, tosse, dor no corpo e dor de cabeça. Alguns casos podem evoluir com complicações, especialmente em indivíduos com doença crônica, idosos e crianças menores de dois anos, o que acarreta elevados níveis de morbimortalidade.


