Repórter: Neide Brandão
Fotos: Anderson Oliveira

A higienização eficaz das mãos, seja com água e sabão ou com preparação alcoólica 70%, é um dos principais meios para reduzir a transmissão de microorganismos causadores de doenças infecciosas. E para reafirmar isto, nesta segunda-feira (6), o Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH) do Hospital Metropolitano de Alagoas (HMA), em Maceió, realizou ações de conscientização com os profissionais.
“A intenção é lembrar a importância desta medida valorosa de asseio”, disse a médica infectologista Glauciane Fernandes, também responsável pelo SCIH. Segundo ela, a iniciativa remete ao Dia Mundial de Higiene das Mãos, que este ano ocorreu no domingo (5) e tem como finalidade mobilizar e reforçar a adesão à prática, destacando sua importância para o combate e prevenção de vírus e estimulando principalmente a conscientização das novas gerações.

“A higienização correta das mãos é um ato muito simples, mas que pode fazer uma diferença sem igual na prevenção de uma variedade de doenças. Esta prática, de alcance universal, é baseada nas melhores evidências e tem impacto comprovado na qualidade do atendimento e segurança do paciente em todos os níveis do sistema de saúde”, salientou Glauciane Fernandes.
Na ocasião, a enfermeira Janielly Laurentino, explicou aos profissionais, detalhadamente, como deve ser realizada a lavagem e reforçou que a prática da higienização é endossada de acordo com as orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde (MS). De acordo com as orientações, as mãos devem ser friccionadas com a preparação alcoólica a 70%, por no mínimo 20 segundos, enquanto que para uso de água e sabão é necessário respeitar o tempo mínimo de 40 segundos, esfregando bem as palmas das mãos, entre os dedos e pulsos.

“Aos profissionais de saúde, a prática é dividida entre cinco momentos: antes de tocar o paciente; antes de realizar procedimento limpo; após o risco de exposição a fluidos corporais; após tocar o paciente e após tocar superfícies próximas ao paciente”, explicou a enfermeira.


