Repórter: Daniel Tavares
Fotos: Divulgação

Foi com o propósito de usar a literatura de cordel a serviço da informação e da prevenção que o servidor público aposentado e poeta, Gilvan Bispo, criou o folheto “Maldito Mosquito” com orientações sobre o combate à dengue. Com poemas escritos em forma de rima e algumas ilustrações no estilo de xilogravuras, o impresso busca conscientizar a população sobre ações que podem ser adotadas no cotidiano para evitar a proliferação do inseto causador da doença.
Gilvan Bispo iniciou sua atuação como servidor público na Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) em 1989 e se aposentou há cerca de cinco anos. Em seus quase 30 anos de carreira na pasta, o poeta passou por vários setores, mas a paixão pela arte e literatura começou antes disso. Em 1997, o artista já criava cordéis e era apaixonado por música. Foi na aposentadoria que ele teve a ideia de unir os universos e produzir o cordel “Maldito Mosquito”.
“A dengue é um mal que assola o país há décadas e eu criei esse cordel com o intuito de levar informações à sociedade para que possamos diminuir a proliferação desse mosquito, que também transmite a chikungunya e a zika. Se a gente fizer nossa parte, juntos, vamos conseguir vencer essa ameaça. Por isso, o cordel traz algumas orientações sobre o que fazer para evitar água parada, sempre com uma linguagem fácil e direta”, disse Gilvan Bispo.
O cordel “Maldito Mosquito” passa orientações como: trocar a água dos vasos de planta com frequência, guardar garrafas vazias viradas para baixo, não armazenar pneus em áreas abertas e manter caixas d’água, filtros e latas de lixo fechadas. O material finaliza com informações sobre os sintomas e onde procurar ajuda médica em caso de suspeita de dengue. Tudo isso com uma linguagem de fácil compreensão e com um tom leve de humor.
Os interessados no cordel “Maldito Mosquito” podem entrar em contato diretamente com o autor Gilvan Bispo pelo número (82) www.instagram.com/gilvanvovo


