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HGE estrutura Ambulatório de Polineuropatia em parceria com o Hospital Universitário

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Repórter: Thallysson Alves
Repórteres Fotográficas: Carla Cleto e Natália Lessa

Atendimento especializado é realizado com apoio de médicos residentes em Neurologia do HGE

O Hospital Geral do Estado (HGE), em Maceió, estruturou um ambulatório para assistir pacientes com Polineuropatia Amiloidótica Familiar (PAF), uma doença hereditária, rara, progressiva, que afeta o sistema nervoso periférico causando sensibilidade da pele e dores fortes nos membros inferiores e superiores. O acesso ao serviço se dar por encaminhamento de casos suspeitos ou confirmados, de outras unidades de saúde, públicas ou privadas. 

O médico da unidade de origem deve enviar um e-mail para <alaeneurologia@gmail.com> relatando todos os dados sobre o paciente. Ele também pode preencher o formulário disponível no link: https://docs.google.com/forms/d/1xdwDLtvF0MKZ2BHCzYSOlKXWkwcjmzBJGTruOvCE04E/edit .

“O paciente não perde o vínculo com o serviço de origem, caso o médico assim o deseje. O nosso objetivo, junto ao programa de residência médica do Hospital Universitário Professor Alberto Antunes [HUPAA], é que cada vez mais pessoas possam ter acesso a esse diagnóstico e ao tratamento”, explicou a neurologista Patrícia Nunes.

A especialista acrescenta que a doença pode afetar o sistema nervoso, o coração, os rins, os olhos, a pele e o sistema digestivo. O tratamento é capaz de evitar que tudo isso aconteça e o portador ter uma melhor qualidade de vida.

O aposentado João Batista é um dos oito cidadãos já beneficiados pelo ambulatório

Atualmente, oito pessoas já diagnosticadas estão se beneficiando pelo serviço, como o aposentado João Batista de Oliveira Neto. “Fiquei muito feliz, muito contente, pelo HGE ter esse ambulatório com referência em PAF. Eu estou sendo acompanhado, estou sendo tratado e estou muito feliz por poder contar com esse serviço todo pelo SUS [Sistema Único de Saúde]. Agradeço a todos os profissionais envolvidos por viabilizar esse cuidado que está me proporcionando uma vida menos dolorida”, disse o beneficiado.

Segundo a médica Maria Júlia Tabosa, as consultas acontecem duas vezes no mês. Os sintomas da doença envolvem: dor forte nos membros inferiores e superiores, fraqueza, sensação de formigamento ou perda da sensibilidade, gastroparesia, sensação de saciedade precoce e digestão lenta, náuseas, vômitos, desidratação e inapetência.

A médica Maria Júlia Tabosa informa que as consultas são realizadas duas vezes no mês

“A PAF é causada por uma mutação na proteína transtirretina (TTR), produzida principalmente pelo fígado. A mutação faz com que se acumulem depósitos de fibras amilóides nos tecidos, principalmente nos nervos. É uma doença progressiva e altamente incapacitante se não for tratada, podendo levar a morte”, alertou a médica.

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