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Desnutrição Oculta: Nutricionista do Hospital Ib Gatto Falcão chama atenção para o impacto silencioso da má alimentação

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Repórter: Maju Silva / Ascom Hospital Ib Gatto Falcão
Foto: Pedro Júnior / Ascom Hospital Ib Gatto Falcão

No Hospital Ib Gatto Falcão, o acompanhamento nutricional tem papel fundamental no enfrentamento da desnutrição oculta

Mesmo com excesso de peso, muitos pacientes enfrentam um problema silencioso e preocupante: a desnutrição oculta. Trata-se de uma condição caracterizada pela carência de micronutrientes essenciais ao organismo, como ferro, zinco, vitaminas A, D, B12 e ácido fólico, que pode acometer inclusive pessoas com sobrepeso ou obesidade.

Durante o mês de julho, fatores como o período de férias escolares, clima mais ameno e o aumento do consumo de alimentos ultraprocessados agravam o cenário. Apesar de ser pouco reconhecida, a desnutrição oculta tem impactos diretos na saúde da população, comprometendo a imunidade, a cicatrização de feridas, a disposição e até a recuperação de pacientes hospitalizados.

No Hospital Ib Gatto Falcão, unidade estadual localizada em Rio Largo, o acompanhamento nutricional tem papel fundamental no enfrentamento dessa realidade. Segundo o nutricionista David Braga, coordenador de nutrição da unidade, a assistência vai muito além do fornecimento calórico. “Muitas vezes lidamos com pacientes aparentemente bem alimentados, mas com deficiências graves que comprometem a resposta clínica, a cicatrização de feridas e o tempo de internação”, explica.

“A desnutrição não é apenas um problema de quantidade, mas de qualidade dos alimentos. Por isso, nosso trabalho enquanto nutricionistas clínicos tem um impacto direto nos desfechos assistenciais dentro da rede pública”, reforça David Braga.

A identificação da desnutrição oculta exige uma avaliação nutricional detalhada, exames laboratoriais e, quando necessário, o uso de dietas enterais específicas ou suplementações individualizadas. Esses cuidados contribuem diretamente para a recuperação do paciente e para a redução do tempo de internação, uma das metas permanentes do Sistema Único de Saúde (SUS).

Embora ainda não existam dados específicos sobre Rio Largo, estimativas da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) apontam que mais da metade da população de Alagoas apresenta carências nutricionais. Realidade que é resultado direto da má qualidade da alimentação e do consumo elevado de produtos ultraprocessados, ricos em calorias e pobres em nutrientes.

“A desnutrição não é apenas um problema de quantidade, mas de qualidade dos alimentos. Por isso, nosso trabalho enquanto nutricionistas clínicos tem um impacto direto nos desfechos assistenciais dentro da rede pública”, reforça David Braga.

O importante é consumir alimentos ricos em vitaminas, como frutas e veduras

Sinais comuns da desnutrição oculta:

  • Fadiga frequente
  • Queda de cabelo
  • Palidez persistente
  • Cicatrização lenta
  • Infecções recorrentes
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