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HGE salva a vida de advogada e assegura a sua participação na cerimônia de Crisma e Primeira Eucaristia dos filhos

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Repórter: Thallysson Alves / Ascom HGE
Fotos: Thallysson Alves / Ascom HGE e Divulgação

De uma mancha azul ao diagnóstico de sepse, assim iniciou a jornada de Aracheli no HGE_FOTO_Thallysson Alves

O que começou como uma pequena mancha na coxa esquerda quase custou a vida da advogada Aracheli de Oliveira Fonseca Rocha, 48 anos. Em poucos dias, o que ela acreditava ser apenas o início de uma virose, somada à sua psoríase, evoluiu para uma infecção grave, silenciosa e agressiva, que foi devidamente tratada pelo Hospital Geral do Estado (HGE), em Maceió. A atuação do hospital possibilitou que Aracheli participasse de celebrações na Igreja Católica, onde seus filhos receberam os sacramentos do Crisma e Primeira Eucaristia.

“Eu comecei a sentir uns sintomas de que fosse acontecer comigo uma virose. E aí eu não dei muito valor… Eu comecei a perceber que tinha na minha pele uma mancha vermelha. Eu tenho diagnóstico de psoríase e tenho algumas lesões que são típicas da doença, mas essa lesão avermelhada não era comum. Nisso, eu fui para uma reunião e quando voltei a parte interna da minha coxa esquerda estava com uma lesão enorme, gigante, muito dolorida. Uma lesão do tamanho de uma laranja se tornou maior que um melão”, recorda Aracheli.

Durante a internação, a mãe de família recebeu os cuidados da cirurgia vascular e do SAPF_FOTO_Thallysson Alves

Após ser assistida pela Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Jacintinho, a Central Estadual de Regulação a transferiu para o HGE, referência no atendimento a casos de urgência e emergência de média e alta complexidade. Foi no maior hospital vinculado à Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) que a advogada recebeu o diagnóstico de sepse, uma resposta extrema do organismo a uma infecção, e iniciou um tratamento decisivo que salvou a sua vida.

“Foi uma coisa bastante séria, com risco de morte ou então com risco de lesão permanente. Mas, para a minha surpresa, pois eu fui ao HGE bastante desconfiada com o atendimento que iria receber, fui muito bem assistida, muito bem tratada, não me faltou nada! A minha evolução foi surpreendentemente boa. Eu precisei de um curativo à vácuo para poder acelerar a cicatrização da minha pele, um serviço que eu sei que é caro e poucos hospitais oferecem”, acrescentou ela, que é mãe, casada e reside na capital alagoana.

O tratamento de Aracheli envolveu antibióticos, procedimentos cirúrgicos (como o desbridamento) para controle da infecção e a atuação conjunta do Serviço de Atenção de Pele e Feridas (SAPF), responsável pela aplicação do curativo a vácuo. Essa é uma tecnologia que acelera o processo de cicatrização, reduz o risco de novas infecções e melhora a recuperação de tecidos comprometidos.

Em casa, a advogada agradece a Deus, a Nossa Senhora e aos profissionais que restabeleceram a sua saúde_FOTO_Thallysson Alves

“Eu achava que ia sair com três dias, mas não foi o que aconteceu. Estava preocupada, pois queria ir à Crisma da minha filha, após dois anos de preparação, e à Primeira Eucaristia do meu filho. Eu contava os dias com o meu esposo, pedindo a Deus para conseguir ir. Até que teve uma hora que eu disse: Sabe de uma coisa? Eu vou entregar a Deus, eu vou entregar a minha Nossa Senhora, porque eu tenho que sair daqui boa e, então, eu fui agraciada com a minha alta”, resumiu a mãe como estava o seu coração durante o tratamento.

Aracheli pôde comparecer na Primeira Eucaristia de seu filho, um momento que para ela é de grande alegria, uma emoção que gerou lágrimas. Ela recorda que agradeceu muito durante a cerimônia, por estar ali, porque em um momento pensou que não conseguiria viver esse dia. Contudo, ela destaca a sua gratidão a Deus, a Nossa Senhora e aos profissionais que restabeleceram a sua saúde.

Agilidade no tratamento permitiu que ela estivesse presente na Primeira Eucaristia de seu filho_FOTO_Divulgação

“O SUS me devolveu a vida e também um dos momentos mais importantes da minha história. Hoje, eu deixo o meu humilde obrigado pela minha vida e por ter essa lembrança tão especial. Agora, eu sei que aquela mancha era um aviso, e que procurar ajuda cedo fez, e faz, toda a diferença. Se não fosse a atenção que recebi, eu não estaria aqui para contar essa história”, concluiu a mãe de família.

O caso reforça a importância da atenção rápida aos sinais do corpo, do acesso a serviços públicos de qualidade e do trabalho incansável das equipes que, todos os dias, mudam destinos dentro do hospital. O diretor médico do HGE, Miquéias Damasceno, pede que todos os cidadãos não deixem de procurar atendimento médico assim que perceberem que algo possa estar errado com a própria saúde.

“O melhor é manter a regularidade dos check-ups com a Atenção Básica, pois há doenças que são silenciosas e quando demonstram um sintoma, elas já estão em um estado mais avançado. Entretanto, especificamente sobre o caso dessa paciente, eu posso afirmar que a agilidade para o correto diagnóstico e início foi determinante para salvar a vida dela. Ela chegou, as nossas equipes estavam qualificadas para atuarem de forma integrada e executaram o tratamento adequado. Isso é mais uma prova do impacto que o SUS tem na vida das pessoas. Cada alta é uma vitória conjunta”, completou o diretor médico do HGE

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