Repórter: Thallysson Alves
Repórter Fotográfico: Thallysson Alves

O coelhinho da Páscoa esteve estampado no rosto dos servidores do Hospital Geral do Estado (HGE), nesta quarta-feira (5), durante uma festinha dedicada às crianças internadas na Pediatria. Presentes, chocolates, sucos, bolos, brincadeiras, pinturas, cinema e muita diversão fizeram parte do momento, que contou com a integração dos pais e responsáveis, os quais se animaram com a programação.
A mãe do José Luiz, Marta Lúcia, do povoado Entremontes, em Piranhas, afirmou que a celebração foi linda e que ficou perceptivo, ainda mais, o cuidado que é característica da equipe da Pediatria. Ela afirma que o momento é muito importante, pois leva alegria para os menores que lamentavelmente não poderão viver a Semana Santa em casa, junto com os demais entes familiares.

“Eu só tenho a agradecer por tudo. Só a gente que é mãe sabe a relevância desse momento, desse esforço dos profissionais que se dedicaram a realizar toda essa celebração. Ela traz alegria para as nossas crianças, as tira de um clima de incerteza para mergulhá-las em um mar de sorrisos. É um carinho importante nelas e em nós que estamos aqui preocupadas com tudo o que acontece durante o internamento”, disse ela.
A coordenadora de Enfermagem da Pediatria, Cristiane Caetano, esteve à frente da organização, que contou com o apoio de gestores e de toda a sua equipe. A programação foi pensada atendendo aos interesses das crianças, sem prejudicar o tratamento de cada uma delas. As mães também foram contempladas com mimos, abraços e palavras de conforto.

“Foi mais uma festa de imensa alegria para nós, onde tivemos como maior objetivo levar amor, paz e fazer com que cada pequenininho desse se sinta acolhido por todos nós. Além disso, essa é a nossa forma também de agradecer por cada gesto sensível que recebemos, atos que nos ajudam a sermos melhores profissionais, melhores seres humanos”, afirmou a enfermeira.
O diretor do HGE, Fernando Melro, acredita que a humanização é imprescindível no ambiente hospitalar, principalmente nos espaços dedicados às crianças. Ele defende que é importante espantar a tristeza com afetividade e empatia. “Todos estamos em constante crescimento, mas as crianças estão muito mais vulneráveis a mudanças de mentalidades. Por isso os nossos profissionais precisam entender que a hospitalização não significa apenas tratar a doença. É necessário considerar sonhos, expectativas, o imaginário. Na verdade, hoje, as nossas crianças sabem dizer como querem ser tratadas. Basta ouvi-las”, pontuou o gestor do HGE.


