Repórter: Bia Alexandrino
Fotos: Divulgação

Visando manter os profissionais qualificados para lidar com as demandas em urgência pediátrica, o Ambulatório 24 Horas Noélia Lessa, situado no bairro Levada, em Maceió, ofertou capacitação para as equipes de Enfermagem da unidade. A capacitação, que ocorreu na Universidade Mário Pontes Jucá (UMJ), na capital alagoana, faz parte do processo de educação continuada em saúde, visando o aperfeiçoamento dos enfermeiros, técnicos e auxiliares, com o intuito de assegurar atenção integral, humanizada e resolutiva para as crianças.

Andréa Melo, coordenadora de Enfermagem do Ambulatório 24 Horas Noélia Lessa, explica que o curso é essencial para que o atendimento ofertado à população ocorra de forma adequada. “Reunimos as equipes de Enfermagem de Nível Médio, Técnico e Superior para este importante curso sobre urgências pediátricas, que foi ministrado pelas enfermeiras Virgínia Santana e Wandelyce Moraes”, salienta.

De acordo com a Organização Panamericana de Saúde (OPAS), a educação continuada é um processo constante, que envolve ensinar e aprender de forma ativa. Ela tem o propósito de manter e aprimorar as habilidades dos profissionais, diante do avanço da ciência e da tecnologia, e de novas demandas sociais e epidemiológicas.

A palestrante, enfermeira Virgínia Santana, reconhece que é crucial integrar a educação continuada para capacitar os profissionais de saúde, focando na melhora da prática clínica. “Esse tipo de treinamento é muito válido, tanto para os enfermeiros, quanto para os pacientes. A melhora da assistência é uma consequência necessária da atualização dos profissionais de saúde”, afirma.

Para o secretário de Estado da Saúde, médico Gustavo Pontes de Miranda, este tipo de ação é transformadora. “É interessante utilizar essa ferramenta como um instrumento de mudança de paradigmas no desenvolvimento de indivíduos, garantindo um atendimento mais direcionado para a resolução dos problemas dos pacientes pediátricos, porque nossas unidades devem ser humanizadas e resolutivas”, enfatiza o gestor da saúde estadual.


