Repórter: Maju Silva
Fotos: Pedro Júnior

O Hospital Professor Ib Gatto Falcão (Hospigaf), situado em Rio Largo e vinculado à Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), foi palco de grande emoção na quarta-feira (13). Isso porque, a equipe de obstetrícia da unidade hospitalar realizou, de forma humanizada, o parto do pequeno Anthony Gabriel.
A mamãe Maria Gabriele chegou à unidade por volta de 8h30 com fortes dores e já em trabalho de parto. Ela foi atendida e acompanhada pela enfermeira obstétrica e encaminhada para a sala de parto expulsivo da unidade. Lá, foi constatado que ela já estava com 8 cm de dilatação e não daria tempo de ser encaminhada para outra unidade.
“Assim que ela chegou ao Hospigaf foi logo atendida e encaminhada para a sala de parto expulsivo na unidade. A parturiente já chegou com a bolsa estourada e com grande dilatação, onde optamos por não encaminhá-la para outra unidade, pois a criança poderia nascer durante o translado”, disse Flávia Grigório, enfermeira obstétrica da unidade.

De acordo com a fisioterapeuta do Hospigaf, Priscilla Cavalcante, por ser uma unidade porta aberta e de urgência e emergência, está preparada para atender gestantes que estejam em trabalho de parto expulsivo. “Gostaríamos de informar a toda a população que o Hospital Professor Ib Gatto Falcão está preparado para atender qualquer tipo de demanda que chegar à nossa unidade. As gestantes que se encontrarem em trabalho de parto podem se encaminhar à unidade, pois serão bem acolhidos e atendidas”, assegurou.
A técnica em enfermagem Ana Patrícia também acompanhou o parto e falou da emoção de poder participar de momentos como esse. “Começar o dia assim faz bem. Poder ajudar uma criança a vir ao mundo é um momento único e lindo. Graças a Deus foi tudo tranquilo, Anthony chorou ao nascer, a mamãe está bem, o bebê está bem e isso é muito gratificante. Celebramos a vida”, disse.

Emocionada
A mamãe Maria Gabriela estava bastante emocionada com o nascimento de Anthony. Ela estava com 38 semanas de gestação e veio até a unidade acompanhada da prima. “Quando minha bolsa estourou, liguei para minha prima Sirlene, que estava saindo do trabalho e viemos para o Hospigaf. Graças a Deus e a toda equipe correu tudo bem”, frisou.


