Repórter: Thallysson Alves
Repórter Fotográfico: Thallysson Alves

Os servidores do Hospital Geral do Estado (HGE), em Maceió, foram, mais uma vez, conscientizados, esta semana, sobre a segurança do paciente e as boas práticas no ambiente hospitalar. Os temas têm sido levados bastante a sério na maior unidade de Urgência e Emergência de Alagoas, uma vez que o serviço de excelência contribui com o sucesso assistencial e com a rotatividade de leitos.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) tem demonstrado preocupação com a situação, tanto que criou a Aliança Mundial pela Segurança do Paciente que tem como objetivo organizar os conceitos e as definições sobre segurança do paciente e propor medidas para reduzir os riscos e diminuir os eventos adversos. No HGE, a ordem é diminuir os riscos dos incidentes com danos ao paciente, os quais representam uma elevada morbidade e mortalidade nos sistemas de saúde.
“Melhorias nas ferramentas para o processo de excelência. É o que estamos buscando, é o que o colaborador tem se empenhado e, consequentemente, os benefícios refletem na qualidade do serviço prestado ao paciente, concedendo mais autonomia para esse trabalhador executar as suas ações com eficiência e mais confiabilidade no paciente e seus familiares e amigos acerca do tratamento ofertado”, afirmou a enfermeira Larissa Tabosa, que é consultora em gestão empresarial.
O diretor do HGE, Fernando Fortes Melro, acrescenta que a unidade conta com o Núcleo de Segurança do Paciente, com servidores exclusivos para disseminar, entre outras ações, as Metas Internacionais de Segurança do Paciente. Identificar o paciente corretamente; melhorar a eficácia da comunicação; melhorar a segurança dos medicamentos de alta-vigilância; assegurar cirurgias com local de intervenção correto, procedimento correto e paciente correto; reduzir o risco de infecções associadas a cuidados de saúde; reduzir o risco de danos ao paciente, decorrente de quedas.
“O nosso objetivo é encontrar as melhores estratégias para solucionar questões que podem prejudicar a assistência prestada aos nossos pacientes. Com os estudos e evidências, também apresentamos as boas práticas que fazem total diferença na eficiência dos nossos serviços, como a higienização correta das mãos, a execução de protocolos, a aplicação de medidas de precaução, o gerenciamento sustentável e a adequada desinfecção”, pontuou o gestor.


