Repórter: Ruana Padilha
Repórter Fotográfica: Divulgação

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) marcou presença, nesta segunda-feira (4), no Colóquio sobre Síndrome Congênita Associada à Infecção pelo Zika Vírus, promovido pelo Ministério da Saúde (MS). O evento ocorreu na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), em Recife, e teve como tema central as estratégias de enfrentamento aos problemas de saúde gerados pela infecção pelo vírus Zika.
A Síndrome Congênita Associada à infecção pelo vírus Zika (SCZ), descoberta em 2015, compreende um conjunto de anomalias congênitas, que podem incluir alterações visuais, auditivas e neuropsicomotoras, que ocorrem em indivíduos expostos à infecção pelo vírus Zika durante a gestação. As alterações podem variar quanto à sua severidade, sendo que, quanto mais cedo à infecção ocorre na gestação, mais graves tendem a serem esses sinais e sintomas.
Presente no evento e representando o secretário de Estado da Saúde, médico Gustavo Pontes de Miranda, a superintendente de Vigilância em Saúde da Sesau, enfermeira Waldinéia Silva, explica que o Colóquio sobre Síndrome Congênita Associada à Infecção pelo Zika Vírus reforça a necessidade de compreender e aprimorar ações destinadas para o indivíduo e famílias afetadas pela síndrome congênita. “O colóquio traz a necessidade de revisitarmos o passado para compreender e aprimorar as ações de vigilância, visando o enfrentamento das arboviroses, buscando novas estratégias a serem aplicadas dentro dos territórios, principalmente no que diz respeito ao controle Vetorial”, pontuou.
Waldinéia Silva chama a atenção, também, para a organização da rede assistencial e elaboração do plano de ações para indivíduos acometidos pela Síndrome Congênita. “Precisamos reforçar o cuidado integral às pessoas acometidas pela síndrome, suas famílias e comunidades. A reunião reforça o compromisso da Saúde em aprimorar as políticas de saúde pública, além de capacitar os profissionais no tratamento e acompanhamento de pacientes afetados”, salientou.


