Secretaria de Estado
da Saúde

Secretaria de Estado da Saúde
Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Sesau realiza mais uma edição do Programa de Vigilância em Saúde de Populações Expostas a Agrotóxicos em Arapiraca e Taquarana

[print-me target=”#titulo_post, #metadados_post, #texto_post, #rodape_site” /]

Repórter: Ruana Padilha
Fotos: Brunno Afonso

Programa de Vigilância em Saúde de Populações Expostas a Agrotóxicos consiste na coleta de água para traçar o perfil da utilização dos agrotóxicos ativos circulantes nos territórios analisados

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), por meio da Gerência de Vigilância em Saúde Ambiental, realizou, nesta terça-feira (9), mais uma edição do Programa de Vigilância em Saúde de Populações Expostas a Agrotóxicos (VSPEA). A iniciativa ocorreu nas cidades de Arapiraca e Taquarana e visa, por meio da coleta de água, traçar o perfil da utilização dos agrotóxicos e identificar os princípios ativos circulantes nos territórios.

As amostras de água coletadas nas duas cidades visitadas serão encaminhadas ao Laboratório Central de Alagoas (Lacen/AL). Na sequência, elas serão remetidas à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro, para análise e detecção de possíveis agrotóxicos.

Na edição desta terça-feira (9) do Programa de Vigilância em Saúde de Populações Expostas a Agrotóxicos foram contemplados os municípios de Arapiraca e Taquarana

Atualmente, Alagoas conta com 11 municípios selecionados pelo Ministério da Saúde (MS) para a implantação e operacionalização do VSPEA. Além de Taquarana visitada nesta terça-feira (9), integram o grupo os municípios de Água Branca, Feira Grande, Girau do Ponciano, Igaci, Junqueiro, Limoeiro de Anadia, Piranhas, São José da Tapera, São Sebastião e Traipu. Além deles, os municípios de Arapiraca e Maceió foram escolhidos pelo Estado, por possuírem um número elevado de notificações por agrotóxico.

A técnica de Vigilância em Saúde Ambiental, Edlene Medeiros, explica que o VSPEA busca monitorar o uso indiscriminado de agrotóxicos e os impactos que eles causam na saúde da população que tem contato direto com eles. “O Programa contribui para chamar a atenção da necessidade de maior controle de qualidade dos alimentos, por meio de ações que promovem a rastreabilidade das amostras, autuação de fornecedores irregulares e adoção de medidas educativas”, pontuou.

As amostras de água coletadas nas cidades visitadas são encaminhadas ao Lacen e, na sequência, serão remetidas à Fiocruz, no Rio de Janeiro, para análise e detecção de possíveis agrotóxicos

Ainda de acordo com Edlane Medeiros, a exposição das pessoas aos agrotóxicos é um problema de saúde pública. “O perfil de população mais exposta a este tipo de intoxicação, em Alagoas, basicamente é o trabalhador aplicador de agrotóxico, embora o contexto familiar dele também sofra. Isso porque, os familiares têm contato direto com a vestimenta utilizada pelo agricultor também estarão se expondo”, destacou.

Atualizada em:

Leia também

Saúde

Secretaria de Estado da Saúde de Alagoas

Av. da Paz, 978 – Jaraguá, Maceió – AL, 57022-050.
+55 82 3315-1102
Desenvolvido pela Gerência Executiva de Tecnologia da Informação
Governo do Estado de Alagoas ©2020-2022

Secretaria de Estado da Saúde de Alagoas

Menu

Mídias Sociais