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Vigilância Sanitária Estadual orienta sobre cuidados ao comprar o pescado, mariscos e crustáceos para a Semana Santa

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Repórter: Fabiano Di Pace
Repórter Fotográfico: Marco Antônio

Cuidados específicos devem ser observados na hora de comprar o pescado, crustáceos e mariscos para a Semana Santa, evitado problemas de saúde


Durante o período da Semana Santa a procura por pescado, mariscos e crustáceos aumenta consideravelmente em toda Alagoas, assim como ocorre nos demais estados brasileiros. E para assegurar que o período seja aproveitado de forma segura, sem o risco de intoxicações alimentares, a Vigilância Sanitária Estadual orienta a população na hora de adquirir o produto.

De acordo com o gerente da Vigilância Sanitária Estadual, Paulo Bezerra, para a população não desenvolver problemas de saúde por causa do peixe, sururu, maçunim e camarão da Semana Santa, o primeiro passo deve ser na escolha do produto. “A população deve ficar atenta para os aspectos que estes produtos apresentam nos supermercados, mercados públicos, nas feiras livres ou nas balanças”, salienta.

O gerente da Vigilância Sanitária Estadual Paulo Bezerra orienta para dicas que fazem toda a diferença para não comprar peixes, mariscos e crustáceos

Paulo Bezerra ressalta que, na hora de comprar o peixe, o consumidor deve atentar para alguns pontos cruciais. “Com relação aos olhos, devem estar salientes e translúcidos e as guelras não podem conter limo e a cor deve ser avermelhada. Também é importante fazer uma leve pressão com o dedo na superfície do produto e, neste caso, a pele deve voltar ao mesmo nível rapidamente”, diz.

O gerente da Vigilância Sanitária Estadual destaca outra característica que deve ser observada ao escolher o pescado para a Semana Santa. “As escamas não devem soltar com facilidade do produto. Caso contrário, esse peixe já entrou em processo de deterioração e não deve ser comprado de forma alguma”, alerta, ao frisar: “Caso isso ocorra, a Vigilância Sanitária Municipal deve ser acionada”. 

No caso do peixe, os olhos devem estar salientes e translúcidos, as guelras não podem conter limo e a cor deve ser avermelhada

MARISCOS E CRUSTÁCEOS

Quanto aos cuidados que devem ser adotados pela população na hora de comprar o camarão, o sururu ou maçunim para a Semana Santa, Paulo Bezerra enumera dicas que fazem toda a diferença para adquirir estes produtos com qualidade. “Para comprá-los, a pessoa deve pegar uma unidade de cada e apertar de leve para sentir a textura, que lembra a de uma borracha. Se, com a pressão, os produtos esmigalharem, eles já estão em processo de decomposição e não devem ser adquiridos”, recomenda.

Paulo Bezerra ressalta que, na hora de comprar o peixe, o consumidor deve atentar para alguns pontos cruciais. “Com relação aos olhos, devem estar salientes e translúcidos e as guelras não podem conter limo e a cor deve ser avermelhada. Também é importante fazer uma leve pressão com o dedo na superfície do produto e, neste caso, a pele deve voltar ao mesmo nível rapidamente”, diz.

Se ao pressionar o camarão, o maçunim e o sururu e eles esmigalharem, já estão em processo de decomposição e não devem ser adquiridos

O gerente da Vigilância Sanitária Estadual destaca outra característica que deve ser observada ao escolher o pescado para a Semana Santa. “As escamas não devem soltar com facilidade do produto. Caso contrário, esse peixe já entrou em processo de deterioração e não deve ser comprado de forma alguma”, alerta, ao frisar: “Caso isso ocorra, a Vigilância Sanitária Municipal deve ser acionada”. 

DESCONGELAMENTO 

No caso das pessoas que compraram o pescado, mariscos e crustáceos com antecedência e congelaram, é necessário adotar alguns cuidados para que eles mantenham o gosto e cheiro característicos ao descongelá-los. “Para isso, o produto deve ser retirado do freezer e colocado na geladeira, dentro de uma vasilha, para o descongelamento ser feito de maneira uniforme. Não é recomendado descongelar e congelar o alimento diversas vezes, o que pode levar a perda das características do produto”, orienta.

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