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Sesau promove o quarto ciclo de capacitação sobre toxoplasmose gestacional para técnicos do Agreste e Sertão

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Repórter: Fabiano Di Pace
Repórteres Fotográficos: Carla Cleto e Olival Santos

A capacitação sobre toxoplasmose gestacional realizada pela Sesau contemplou os técnicos municipais das VIII, IX e X Regiões de Saúde de Alagoas

A Secretaria de Estado de Saúde (Sesau) promoveu nesta terça-feira o IV Ciclo de Capacitação sobre a Toxoplasmose Gestacional para os técnicos que atuam nos municípios das VIII, IX e X Regiões de Saúde, situadas no Agreste e Sertão alagoanos. O evento foi realizado no Campus do Instituto Federal de Alagoas (IFAL) de Palmeiras dos Índios.

A capacitação reuniu cerca de 150 profissionais da área de saúde que atuam na assistência ao pré-natal na Atenção Básica, além de profissionais da Vigilância Epidemiológica, farmacêuticos e biomédicos dos municípios. O objetivo foi qualificar as equipes para atender, com mais eficiência e assertividade, os casos de toxoplasmose em gestantes e também os quadros congênitos da doença, que ocorre quando ela é passada da mãe para o bebê.

Por meio da capacitação, a Sesau visa assegurar o diagnóstico precoce de casos de toxoplasmose em gestante, para evitar a transmissão vertical para os bebês, segundo a assessora técnica da Sesau, Lavinia Silva

Para a assessora técnica da Sesau, Lavinia Silva, o esforço é importante para assegurar a segurança clínica dos bebês alagoanos. “A toxoplasmose, quando diagnosticada precocemente, pode ser tratada, evitando sequelas e até óbitos do feto”, destacou Lavínia, evidenciando a importância de capacitar os técnicos municipais para que a assistência à gestante seja eficiente e qualificada.

Para a médica pediatra neonatal da Sesau, Syrlene Patriota, a principal forma de prevenir a transmissão vertical é a realização de exames e consultas pré-natais. “Seguindo o ciclo e recomendações pré-natais, pode-se diagnosticar e tratar a toxoplasmose em tempo hábil, preservando a saúde do bebê. Lembrando que esses exames são importantes, pois a toxoplasmose não possui sintomas para a gestante, sendo prejudicial apenas para a formação do feto”, reforçou a médica.

Para a médica pediatra neonatal da Sesau, Syrlene Patriota, que foi a facilitadora da capacitação, a principal forma de prevenir a transmissão vertical é a realização de exames e consultas pré-natais

Para Bianca Suruagy, que atua como assessora técnica da Gerência de Vigilância Epidemiológica da Sesau, a capacitação faz parte do compromisso da gestão estadual em assegurar educação continuada para os profissionais da saúde, resultando em assistência qualificada. “A Sesau atua oferecendo apoio técnico para todos os municípios, garantindo que a assistência esteja sempre à par do que existe de mais atual no trato com a população”, destacou.

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