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Sesau, Conass e OPAs promovem oficina para aprimorar a vigilância contra vírus respiratórios

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Repórter: Ruana Padilha / Ascom Sesau
Repórter Fotográfico: Marco Antônio / Ascom Sesau

A oficina voltada ao fortalecimento da vigilância de vírus respiratórios promovida pela Sesau, Conass e a OPAS ocorreu nesta terça-feira (25), no Centro Universitário Cesmac, em Maceió

A Secretaria de Estado da Saúde de Alagoas (Sesau), em parceria com o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), realizou, nesta terça-feira (25), uma oficina voltada ao fortalecimento da vigilância de vírus respiratórios. O encontro aconteceu no Centro Universitário Cesmac, no bairro Farol, em Maceió, e teve como foco a implementação de abordagens coordenadas e colaborativas para a detecção precoce e resposta eficiente a surtos.

Com o tema “MOSAIC – Aprimoramento da Vigilância dos Vírus Respiratórios”, a oficina capacitou os participantes com ferramentas para monitoramento, análise de risco e definição de estratégias de intervenção. Durante o evento, foram discutidos temas como as características epidemiológicas de cada território, ações de contingência, gestão de emergências em saúde pública, estratégias para avaliação de risco e organização da vigilância estadual.

A oficina capacitou os participantes com ferramentas para monitoramento, análise de risco e definição de estratégias de intervenção para enfrentamento da vigilância de vírus respiratórios

A Estrutura Mosaico, desenvolvida pela OPAS/OMS, propõe uma abordagem integrada para preparação e resposta a futuras pandemias. O modelo parte do princípio de que um único sistema de vigilância não é suficiente, tornando essencial a combinação de múltiplas estratégias para enfrentar os desafios impostos por vírus respiratórios.

A superintendente de Vigilância e Controle de Doenças da Sesau, Waldineia Silva, destacou a importância de identificar precocemente eventos que possam indicar um problema maior de saúde pública. “Precisamos entender como essa nova ferramenta será estruturada para ampliar nosso olhar sobre os casos de Covid-19, influenza e Vírus Sincicial Respiratório no Estado”, ressaltou.

Ela também enfatizou a necessidade de integração entre os setores de Vigilância e Controle de Doenças e Assistência em Saúde para uma abordagem mais ampla e eficaz. “Reunimos aqui todos os atores envolvidos no cuidado e monitoramento das doenças respiratórias, pois o fortalecimento do combate aos vírus depende da atuação conjunta. A Vigilância utiliza dados gerados pela Assistência, e esse trabalho alinhado é fundamental para a tomada de decisões”, pontuou.

A superintendente de Vigilância e Controle de Doenças da Sesau, Waldineia Silva, destacou a importância de identificar precocemente eventos que possam indicar um problema maior de saúde pública

A oficina contou com a participação de gestores das áreas de Vigilância em Saúde, do Laboratório Central de Alagoas (Lacen/AL) e Programa Estadual de Imunizações (PNI). Participaram também integrantes do Telessaúde, Regulação, Vigilância de Doenças Imunopreveníveis, Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (Cievs) e Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) do Aeroporto e do Porto de Maceió.

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