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Médica do Hospital da Mulher de Alagoas explica sobre a Síndrome dos Ovários Policísticos

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Repórter: Joyce Marques / Ascom Hospital da Mulher
Repórter Fotográfica: Joyce Marques / Ascom Hospital da Mulher

A médica do Hospital da Mulher de Alagoas, Karine Lucena, ressalta que a unidade hospitalar faz o diagnóstico da Síndrome dos Ovários Policísticos e também assegura o tratamento do distúrbio

A Síndrome dos Ovários Policísticos é um distúrbio hormonal comum entre as mulheres em idade fértil. Os principais sintomas manifestados incluem o aparecimento de acne, hirsutismo (crescimento excessivo de pêlos), alterações menstruais, alopécia, infertilidade e alterações metabólicas.

De acordo com a médica ginecologista do Hospital da Mulher de Alagoas, Karine Lucena, além desses sintomas, a mulher também pode apresentar aumento da pressão arterial, níveis glicêmicos, colesterol e triglicerídeos.

“O diagnóstico da Síndrome dos Ovários Policísticos é clínico, feito através de exame de imagem, como a ultrassonografia, e exames hormonais. Além disso, vamos investigar se a mulher tem atrasos menstruais, aumento de pelo e acne, dificuldade para engravidar e se apresenta o índice de massa corporal (IMC) acima de 30, pois, geralmente, são pacientes que estão com sobrepeso ou obesidade”, explica a profissional.

No Hospital da Mulher de Alagoas, a paciente é acompanhada por endocrinologista, nutricionista e ginecologista. E o tratamento é realizado com medicamentos, mudança de hábitos, prática de atividade física, bem como, alimentação balanceada.

“A mulher precisa iniciar a reeducação alimentar e realizar atividades físicas. Também é prescrito anticoncepcional específico para ovários policísticos, que tem uma substância chamada drospirenona, que também pode ser associado a outras medicações. O acompanhamento médico deve ser regular por conta das alterações hormonais e nos casos em que a paciente deseja engravidar”, ressalta Karine Lucena.

O Hospital da Mulher de Alagoas, vinculado à Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), oferece acompanhamento médico e tratamento para mulheres diagnosticadas com a síndrome. O acesso se dá pelo Sistema de Regulação (Sisreg), onde a paciente é encaminhada ao Hospital através da Unidade Básica de Saúde ou Secretaria de Saúde do município.

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