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Médica do Hospital da Mulher de Alagoas explica como identificar alterações na menstruação

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Repórter: Joyce Marques / Ascom Hospital da Mulher
Repórter Fotográfica: Joyce Marques / Ascom Hospital da Mulher

A médica ginecologista do Hospital da Mulher de Alagoas, Karine Lucena, explica que é importante estar atenta aos sinais de quando as cólicas e coloração menstruais apresentam características anormais

A menstruação marca a vida da mulher desde a adolescência, iniciando-se entre os 11 e 15 anos com a menarca, até a chegada da menopausa. Por isso, a ginecologista Karine Lucena, do Hospital da Mulher de Alagoas, alerta para a importância de observar sinais como cólicas intensas e alterações na coloração ou duração do fluxo menstrual.

“O ciclo menstrual normal dura de dois a oito dias. Se o sangramento persiste por mais de oito dias, é escasso (apenas um dia de fluxo ou sangue escuro em pequena quantidade) ou excessivo (ultrapassando cinco absorventes noturnos cheios em um único dia), isso indica anormalidades”, explica a médica.

Karine Lucena ressalta que a coloração ideal do fluxo deve ser vermelho vivo. “O uso de contraceptivos pode alterar a tonalidade e reduzir o volume, mas sangramentos marrons ou escuros exigem investigação com um ginecologista”, complementa.

Em caso de suspeita de que há algo de errado com a menstruação, a mulher deve procurar um ginecologista para passar por uma consulta

Quanto às cólicas, a especialista esclarece que dores amenizadas com analgésicos são comuns nos primeiros anos da menstruação. “Porém, se a dor piora progressivamente, persiste após três anos ou há irregularidades no ciclo, é preciso descartar condições como adenomiose, pólipos ou miomas uterinos”, alerta.

A ginecologista enfatiza a necessidade de acompanhamento médico diante de qualquer mudança significativa: “Aumento da duração do fluxo (de três para oito dias, por exemplo) ou do número de absorventes utilizados são sinais que não devem ser ignorados”.

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