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Uepnar, no HEA, celebra mês das mães com acolhimento especial a gestantes de alto risco

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Repórter: Tony Medeiros / Ascom HEA
Repórter Fotográfico: Tony Medeiros / Ascom HEA

Gestantes da Uepnar participaram de um momento especial de acolhimento, reforçando o cuidado integral oferecido pela unidade especializada em Arapiraca

No mês que celebra o amor materno, o Hospital de Emergência do Agreste (HEA), em Arapiraca, se transformou em um espaço ainda mais acolhedor para gestantes de alto risco. A Unidade Especializada em Pré-Natal de Alto Risco (Uepnar), iniciativa da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) em parceria com a Secretaria da Primeira Infância (Cria), preparou uma programação especial em homenagem ao mês das mães.

A ação foi marcada pela confecção de um painel temático, mensagens de carinho e um acolhimento ainda mais afetuoso às mulheres que enfrentam os desafios de uma gestação delicada. Criada para atender gestantes da II Macrorregião de Saúde, composta por 46 municípios, a Uepnar tem oferecido, além de assistência qualificada à saúde, uma escuta sensível e apoio integral às gestantes.

“Nosso compromisso vai além da técnica. Essas mulheres chegam com medos, dúvidas e histórias marcadas por perdas e superações. Nossa missão é garantir que cada uma se sinta segura, respeitada e acolhida”, explica a enfermeira Taylane Araújo, coordenadora da Uepnar.

Ela reforça que, especialmente neste mês das mães, o ambiente se transforma em um espaço de cuidado emocional: “É um momento lindo e, ao mesmo tempo, contraditório para muitas delas. Nosso papel é oferecer paz, tranquilidade e amor”, frisou Taylane Araújo.

Ações de humanização emocionaram pacientes e acompanhantes na Uepnar, que atende mulheres da II Macrorregião com gestação de alto risco

Vozes que emocionam

A homenagem contou também com depoimentos das gestantes atendidas na unidade. Para Valdinete Alves, de 36 anos, moradora de Tanque d’Arca, a experiência tem sido reconfortante. Em sua terceira gestação, ela enfrenta um alto risco devido a complicações anteriores, como pré-eclâmpsia e sangramento. “O acolhimento aqui é 100%. Eles tratam a gente muito bem. É uma equipe maravilhosa”, disse emocionada.

Bárbara Tavares, de 35 anos, de Pão de Açúcar, também compartilhou sua trajetória

Bárbara Tavares, de 35 anos, de Pão de Açúcar, também compartilhou sua trajetória. Mãe de duas meninas e agora grávida de um menino, ela encara a gestação com atenção redobrada, após histórico de trombose e problemas hormonais. 

“Ser mãe é uma tarefa difícil, mas recompensadora. Educar é trabalhoso, mas ver os frutos lá na frente faz tudo valer a pena. O acolhimento aqui é excepcional em todos os setores. Passa segurança para todas”, explicou Bárbara Tavares.

Keyla, acompanhada de Márcia, também compartilhou sua história

A emoção também tomou conta de Keyla Nunes Salgueiro, de 29 anos. Grávida de gêmeas após ter enfrentado uma perda gestacional, ela tenta conter a ansiedade enquanto imagina como serão Jasmin e Maya. “É um misto de medo e alegria. A gente sonha, imagina os rostinhos, pensa se vai conseguir ser a mãe que elas merecem”, confidenciou a jovem de São José da Tapera.

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