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Hospital Metropolitano se consolida como referência no tratamento do AVC em Alagoas

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Repórter: Neide Brandão / Ascom Hospital Metropolitano de AL
Repórter Fotográfica: Neide Brandão / Ascom Hospital Metropolitano de AL

O Programa AVC Dá Sinais tem transformado o cenário alagoano, salvando vidas diariamente por meio de um atendimento ágil e especializado em suas unidades referenciadas


Você sabe identificar os primeiros sinais de um Acidente Vascular Cerebral (AVC)? Essa é uma pergunta que pode fazer toda a diferença entre sequelas graves e a chance de recuperação plena. Os sintomas mais comuns – sorriso torto, fraqueza ou dormência em um dos lados do corpo e alteração na fala – exigem ação imediata. 

Diante de qualquer um deles, é fundamental ligar para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), por meio do telefone 192, e buscar atendimento urgente. A neurologista Rebeca Teixeira, coordenadora da Unidade de AVC do Hospital Metropolitano de Alagoas (HMA), reforça a importância do reconhecimento precoce. 

“O AVC é uma emergência médica. Quanto mais rápido o atendimento, maiores são as chances de reverter o quadro sem danos permanentes. O cérebro não espera”, explica. 

Os sintomas mais comuns — sorriso torto, fraqueza ou dormência em um dos lados do corpo e alteração na fala — exigem ação imediata

Segundo a especialista, cada minuto que passa sem tratamento representa a perda de milhões de neurônios. “Reconhecer os sinais e agir rápido é o que pode salvar uma vida”, alerta a neurologista. O Programa AVC Dá Sinais tem transformado o cenário alagoano, salvando vidas diariamente por meio de um atendimento ágil e especializado em suas unidades referenciadas. 

Desde a implantação do programa, em 2021, o HMA, por exemplo, já atendeu 1.765 casos suspeitos de AVC, com mais de mil diagnósticos confirmados – um dado que reforça a importância da estrutura dedicada e da atuação da equipe especializada.  “Os primeiros minutos após o início dos sintomas são cruciais. Quando o paciente chega ao hospital dentro da janela terapêutica, conseguimos atuar com muito mais eficácia, reduzindo as chances de sequelas permanentes”, explica a médica. 

Criado pelo Governo de Alagoas, o programa AVC Dá Sinais tem ampliado o acesso ao atendimento rápido e qualificado. Antes, apenas o Hospital Geral do Estado (HGE) contava com uma unidade especializada. Hoje, além do HGE, o Estado conta com estruturas dedicadas ao AVC no Metropolitano Alagoas, em Maceió, e no Hospital de Emergência do Agreste (HEA), em Arapiraca. 

As Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e o Samu também integram a rede, funcionando como porta de entrada para o atendimento inicial e transferência rápida aos hospitais referência. 

Além da equipe especializada no atendimento ao AVC agudo, o Metropolitano oferece um ambulatório para seguimento dos pacientes após a alta

Fique atento aos sinais! 

Equipes do programa têm ampliado o conhecimento da população sobre os sintomas do AVC, resumindo na sigla Samu: 

orria – Observar se o sorriso está torto. 

A braço – Pedir um abraço e analisar o aumento de fraqueza ou dormência em um dos lados do corpo.

M úsica – Solicitar que se cante para atentar para mudança na fala.

U rgência – Por fim, entender que o atendimento deve ser imediato pois se trata de uma urgência no socorro. 

“Se você notar qualquer um desses sinais em alguém, ligue imediatamente para o SAMU. Cada minuto é decisivo”, reforça a neurologista Rebeca Teixeira. 

Além da equipe especializada no atendimento ao AVC agudo, o Hospital Metropolitano oferece um ambulatório para seguimento dos pacientes após alta ambulatorial.   “É no ambulatório que conseguimos monitorar a evolução dos pacientes, ajustar medicações, orientar a reabilitação e reduzir o risco de um novo evento. O cuidado não termina na emergência”, completa a médica. 

O HMA oferece suporte completo desde o diagnóstico até a reabilitação, com uma equipe multidisciplinar dedicada. O objetivo é não apenas salvar vidas, mas também garantir qualidade de vida após o evento.

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