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Especialistas do Hospital Dr. Ib Gatto atuam para prevenir úlceras por pressão em pacientes

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Repórter: Maju Silva / Ascom Hospital Dr. Ib Gatto Falcão
Repórter Fotográfico: Pedro Júnior / Ascom Hospital Dr. Ib Gatto Falcão

As úlceras por pressão, lesões que surgem pela falta de mobilidade e pela pressão contínua em determinadas áreas do corpo, é um dos maiores desafios no cuidado a pacientes internados

A prevenção de úlceras por pressão, lesões que surgem pela falta de mobilidade e pela pressão contínua em determinadas áreas do corpo, é um dos maiores desafios no cuidado a pacientes internados. No Hospital Dr. Ib Gatto Falcão, em Rio Largo, a equipe de fisioterapia atua de forma intensa e integrada para evitar esses casos.

Por meio de um trabalho que envolve mobilização precoce, reposicionamento correto e tecnologias avançadas, os profissionais ajudam a preservar a integridade da pele e promovem uma recuperação mais rápida e segura. Isso porque, segundo o Ministério da Saúde, essas lesões podem aumentar em até 60% o tempo de internação e gerar complicações graves, como infecções e perda de mobilidade.

A fisioterapeuta Amanda Bomfim explica que a prevenção começa logo na admissão do paciente no Hospital Dr. Ib Gatto Falcão

A supervisora de fisioterapia da unidade, Amanda Bomfim, explica que a prevenção começa logo na admissão do paciente. “Nosso objetivo é identificar os fatores de risco e atuar antes que as lesões apareçam. Avaliamos a biomecânica, observamos como o paciente se movimenta e orientamos sobre as melhores posições e superfícies de apoio. Cada detalhe faz a diferença para evitar o surgimento das úlceras”, afirma.

A prevenção de úlceras também depende de uma atuação multidisciplinar. Médicos, enfermeiros, fisioterapeutas e nutricionistas se reúnem para definir estratégias personalizadas para cada paciente. “Esse diálogo constante entre as equipes é o que faz a diferença. Quando todos trabalham juntos, conseguimos oferecer um cuidado muito mais seguro, eficiente e humano”, ressalta Amanda Bomfim.

Entre as ações realizadas diariamente, estão as transferências de decúbito e os exercícios ativos e passivos para reposicionar os pacientes e reduzir a pressão sobre áreas vulneráveis, conforme destaca a fisioterapeuta Priscila Cavalcante

Ações diárias

Entre as ações executadas diariamente estão as transferências de posição e os exercícios ativos e passivos para mudar os pacientes e reduzir a pressão sobre áreas vulneráveis, como quadris, cotovelos e calcanhares. “Sempre que possível, incentivamos a deambulação precoce, ou seja, colocar o paciente para andar o quanto antes. Mesmo pequenas distâncias fazem uma enorme diferença. Isso não só reduz o risco de úlceras, como também, evita atrofias musculares, contraturas e melhora a funcionalidade geral”, destaca a fisioterapeuta Priscila Cavalcante.

Ela acrescenta que o envolvimento da família no processo é fundamental. “Muitos pacientes permanecem internados por longos períodos e, depois da alta, continuam precisando de cuidados. Por isso, fazemos questão de orientar os acompanhantes e familiares sobre a importância da mudança de posição, da hidratação da pele e do uso adequado dos apoios”, explica a profissional do Hospital Dr. Ib Gatto Falcão.

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