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Samu promove palestra de Suporte Avançado de Vida para otimizar atendimento em paradas cardiorrespiratórias

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Repórter: Arnaldo Santtos / Ascom Samu
Repórter Fotográfico: Arnaldo Santos / Ascom Samu

Capacitação foi direcionada a médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e condutores socorristas do Samu Maceió

Médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e condutores socorristas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), em Maceió, assistiram à palestra Imersão ao Código Vermelho, voltada aos profissionais que utilizam conhecimentos do Suporte Avançado de Vida em Parada Cardiorrespiratória (PCR).

Proferida pela enfermeira Maria Emília Barbosa de Oliveira, especialista em urgência e emergência de Salvador (BA), a palestra abordou os conceitos fundamentais da parada cardiorrespiratória – definida como a interrupção súbita da atividade mecânica cardíaca e pulmonar – até os protocolos mais atuais de reanimação.

A palestra teve a participação do enfermeiro do Samu, Breitner Pereira Lima, instrutor do Núcleo de Educação Permanente (NEP), que, além da parte teórica, também promoveu o estudo de casos. Segundo ele, os sinais clínicos que confirmam a parada cardiorrespiratória são inconsciência, ausência de movimentos respiratórios (ou gasping) e ausência de pulso central.

A enfermeira Maria Emilia explicou que, no Brasil, estima-se que ocorram 220 mil casos de parada cardiorrespiratória por ano, sendo 180 mil em ambiente pré-hospitalar. Apenas 10% das vítimas sobrevivem até a alta hospitalar. Por isso, cada minuto conta”, destacou, reforçando que a Reanimação Cardiopulmonar(RCP) de alta qualidade, aliada à desfibrilação precoce, é essencial para aumentar as chances de sobrevida.

A coordenadora geral do Samu de Maceió, enfermeira Beatriz Santana, enfatizou a relevância do treinamento diante do aumento no número de casos graves. “Estamos observando um crescimento significativo nos agravos cardiovasculares. Capacitar nossos profissionais com as melhores práticas é salvar vidas. Cursos como este são fundamentais para mantermos a excelência no atendimento”, afirmou.

Para o coordenador do Núcleo de Educação Permanente, médico Luiz Antonio Mansur Branco, a educação continuada é fundamental no atendimento de urgências e emergências. “A medicina avança rapidamente. Manter nossos socorristas atualizados com as diretrizes mais recentes – como as da American Heart Association de 2025 – é garantir eficiência, segurança e eficácia nas ações de resgate”, disse.

A enfermeira Eliza Figueredo, residente de Emergência Geral e Atendimento Pré-Hospitalar na Base Farol, classificou a imersão como enriquecedora. “Foi uma oportunidade de revisar e aprofundar conhecimentos essenciais para nossa rotina. Estar alinhado às novas diretrizes fortalece a assistência que prestamos à população”, avaliou.

A iniciativa incluiu ainda estudos de casos práticos, simulações e discussões sobre critérios de interrupção da RCP – como presença de sinais inequívocos de morte (rigor mortis, livores, putrefação) — e os cuidados pós-PCR. 

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