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Gestoras do Hemoal participam da celebração dos 25 anos da Política Nacional de Sangue, Componentes e Hemoderivados no Ministério da Saúde

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Repórter: Josenildo Törres / Ascom Hemoal
Fotos: Divulgação

As médicas hematologistas do Hemoal, Verônica Guedes e Alexandra Ludugero, ao lado da coordenadora-geral de Sangue e Hemoderivados do Ministério da Saúde, Luciana Maria de Barros Carlos (vermelho)

As médicas hematologistas Verônica Guedes e Alexandra Ludugero, respectivamente, diretora e a gerente de hematologia do Hemocentro de Alagoas (Hemoal), participaram da cerimônia de 25 anos da Política Nacional de Sangue, Componentes e Hemoderivados. O evento ocorreu nesta quinta-feira (12), na sede do Ministério da Saúde (MS), em Brasília, e contou com a presença dos gestores dos hemocentros brasileiros, da coordenadora-geral de Sangue e Hemoderivados, Luciana Maria de Barros Carlos; e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

A Política Nacional de Sangue, Componentes e Hemoderivados foi criada pela Lei nº 10.205 de 2001 e tem como objetivo a autossuficiência nacional, a segurança transfusional e a doação voluntária e não remunerada. Gerenciada pelo Sistema Nacional de Sangue, Componentes e Derivados (Sinasan) no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), ela é responsável pela regulação da coleta, processamento, armazenamento e distribuição de sangue e hemoderivados, tendo como foco a Hemorrede Pública, a qualidade e o controle de infecções.

A cerimônia de 25 anos da Política Nacional de Sangue, Componentes e Hemoderivados ocorreu nesta quinta-feira (12), em Brasília

Para isso, a Política Nacional de Sangue, Componentes e Hemoderivados tem como fundamentos a doação voluntária, altruísta e não remunerada, proibindo a comercialização de sangue e componentes, bem como, a autossuficiência na produção de hemocomponentes e hemoderivados, sejam eles hemácias, plaquetas, plasma, albuminas, imunoglobulinas e fatores de coagulação. O serviço, que é financiado de forma tripartite, ou seja, pelas três esferas do poder, é gerenciado e vinculado ao Ministério da Saúde, segue as diretrizes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), responsável pelas normas sanitárias que garantem a qualidade, os testes sorológicos e imunohematológicos, assim como o gerenciamento do plasma excedente.

O ministro da Saúde, médico Alexandre Padilha, e a coordenadora-geral de Sangue e Hemoderivados do Ministério da Saúde, Luciana Maria de Barros Carlos, participaram do evento

“É uma honra participar dos 25 anos da Política Nacional de Sangue, Componentes e Hemoderivados, que trouxe tantos avanços às áreas de hemoterapia e hematologia brasileiras. E a prova destes avanços pode ser constatada pelos serviços prestados pelo Hemoal, que é referência do SUS em Alagoas, por seguir, à risca, a legislação criada para a captação, processamento, distribuição e transfusão do sangue e hemocomponentes, bem como, para a assistência dos pacientes acometidos por doenças hematológicas”, destacou a diretora do Hemoal, a médica hematologista Verônica Guedes.

“Ao longo desse tempo, construímos juntos um caminho de autossuficiência e segurança no tocante a hemoterapia e hematologia”, ressalta Luciana Carlos

Durante a solenidade pelos 25 anos da Política Nacional de Sangue, Componentes e Hemoderivados, a coordenadora-geral de Sangue e Hemoderivados, Luciana Maria de Barros Carlos destacou ser motivo de alegria celebrar um marco histórico para a saúde pública brasileira. “Ao longo desse tempo, construímos juntos um caminho de autossuficiência e segurança no tocante a hemoterapia e hematologia e, para marcar essa trajetória, promovemos esta solenidade comemorativa, fortalecendo, desta forma, o SUS e reafirmando o compromisso com a saúde de milhões de brasileiros”, enfatizou.

Alexandre Padilha destaca que a criação da política do sangue representa uma conquista histórica ligada ao processo de construção do SUS

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou que a criação da política do sangue representa uma conquista histórica ligada ao processo de construção do SUS e à defesa da saúde pública no país. “Celebrar os 25 anos da política do sangue também é lembrar o debate que marcou a Constituinte e mostrou a importância de o Brasil ter um sistema público capaz de regular, controlar e garantir segurança sanitária. Antes disso, havia comercialização de sangue e muitas pessoas foram infectadas por falta de controle adequado”, afirmou o ministro.

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