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Sesau executa programa de análise da água distribuída à população pelas concessionárias públicas e privadas

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Repórter: Ruana Padilha / Ascom Sesau
Fotos: Brunno Afonso e Marco Antônio / Ascom Sesau

O Programa de Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano desenvolvido pela Sesau consiste na coleta de água em postos de distribuição e na análise no Lacen/AL
_FOTO_Brunno Afonso

Garantir que a água consumida pela população alagoana esteja dentro dos padrões de potabilidade é uma das ações estratégicas do Programa de Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano (VIGIAGUA), executado pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesau). A iniciativa acompanha e analisa a água distribuída nos 102 municípios alagoanos, por concessionárias públicas e privadas, observando os padrões estabelecidos pelo Ministério da Saúde, por meio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O monitoramento da qualidade da água destinada ao consumo humano é realizado junto aos municípios alagoanos e registrado no Sistema de Informação de Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano (SISAGUA). Entre os parâmetros analisados no Laboratório Central de Alagoas (Lacen/AL), estão três indicadores considerados sentinelas para avaliar as condições sanitárias da água: cloro residual livre, turbidez e coliformes totais.

Por meio do Programa de Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano, a Sesau acompanha e analisa a água distribuída nos 102 municípios alagoanos por concessionárias públicas e privadas
_FOTO_Brunno Afonso

De acordo com dados contabilizados no SISAGUA no primeiro bimestre de 2026, Alagoas realizou 3.722 registros de análises de água. Sendo 1.548 análises de cloro residual livre, 1.182 análises de turbidez e 992 análises de coliformes totais. No ano anterior, o Estado realizou 28.221 análises; divididas  em 14.682 análises de cloro residual livre, 12.680 análises análises de turbidez e 8.594 análises coliformes totais.

A gerente de Vigilância em Saúde Ambiental da Sesau, Isabel Castro, explica que os indicadores permitem verificar se a água está própria para consumo humano, se apresenta níveis adequados de transparência e se há indícios de contaminação microbiológica. “As análises diagnosticam a situação do abastecimento de água no Estado, verificam o cumprimento das normas de potabilidade vigentes e avaliam se há possíveis riscos à saúde, como a transmissão de doenças de veiculação hídrica”, garante.

Isabel Castro destaca que o Programa VIGIAGUA contribui para reduzir a morbimortalidade causada por doenças transmitidas pela água
_FOTO_Marco Antônio 

Além disso, Isabel Castro destaca que o Programa VIGIAGUA contribui para reduzir a morbimortalidade causada por doenças transmitidas pela água. Por meio das análises, minimizamos os riscos relacionados ao consumo de água não segura e orientamos a população sobre boas práticas domiciliares relacionadas ao uso e armazenamento da água para consumo.

“A disponibilização dessas informações à população fortalece o controle social e a participação da sociedade no acompanhamento da qualidade da água consumida. Os dados também subsidiam o desenvolvimento de políticas públicas voltadas ao saneamento básico, à preservação dos recursos hídricos e à proteção do meio ambiente”, pontua a gerente de Vigilância em Saúde Ambiental da Sesau.

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