Repórter: Cláudia Valéria de Oliveira / Ascom HRPI
Repórter Fotográfica: Cláudia Valéria de Oliveira / Ascom HRPI

A manhã desta quarta-feira (6) no Hospital Regional de Palmeira dos Índios (HRPI) foi marcada por uma comemoração que emocionou os pacientes e a equipe multidisciplinar da Ala Pediátrica. A pequena Maria Helena, de 8 anos, recebeu alta médica justamente no dia do seu aniversário, garantindo o presente que ela mais desejava: voltar para casa, situada no município de Viçosa, no Vale do Paraíba.
A história começou com um susto durante uma brincadeira com o irmão mais velho. O que era diversão acabou em um acidente e uma fratura no braço direito. Após o atendimento inicial na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Viçosa, sua cidade natal, Maria Helena foi transferida para o HRPI, onde precisou passar por uma cirurgia.
Luiza Thamyres, mãe da menina, relatou ter ficado apreensiva ao ver o estado do braço da filha, logo após a queda. No impulso de ajudar, ela tentou socorrer a pequena ali mesmo. “Fiquei muito nervosa e minha primeira reação foi puxar o braço. Falei para o médico e ele disse que fiz tudo direito”, salientou.
Com o sucesso da cirurgia e a recuperação rápida, os planos são para um retorno e repouso. “Agora é voltar para casa e manter a recuperação que o doutor passou. Com quinze dias voltaremos para revisão e saber os próximos passos”, explicou a mãe.

Vitória
Para a aniversariante, o dia 6 de maio terá um significado de vitória. Maria Helena não escondia a ansiedade para reencontrar o restante da família e deixar o ambiente hospitalar para trás, mesmo tendo sido bem tratada. “É um presente para mim voltar para casa e estar com meus irmãos, meu pai e minha avó. Não vejo a hora de chegar em casa”, comemorou a menina, que agora segue para celebrar o novo ciclo ao lado de quem ama.
Para o cirurgião ortopédico Gustavo Delgado, o procedimento foi conduzido com precisão e foco na recuperação rápida da paciente.“A cirurgia foi realizada com muito cuidado. Conseguimos alinhar a fratura de forma anatômica, preservando ao máximo os tecidos. Optamos por uma técnica minimamente invasiva, sem necessidade de grandes incisões, o que reduz o trauma cirúrgico e favorece uma recuperação mais rápida. Esse tipo de abordagem possibilitou que Maria Helena tivesse alta em um curto espaço de tempo após o procedimento. Ficamos satisfeitos com o resultado e com a evolução da paciente”, explicou o especialista.


