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Sesau capacita, nesta quarta-feira (22), técnicos municipais sobre diagnóstico e tratamento da Tuberculose

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Repórter: Fabiano Di Pace
Repórter Fotográfica: Carla Cleto

A tuberculose é caracterizada por tosse persistente, por mais de duas semanas, além de produção de catarro

Em alusão ao Dia Mundial de Combate a Tuberculose, celebrado no dia 24 de março, a Secretaria de Estado de Saúde (Sesau) segue realizando um ciclo de capacitações para seus profissionais sobre tratamento e diagnóstico da doença, que é transmitida pelo bacilo de Koch. As ações terão continuidade nesta quarta-feira (22), com um treinamento realizado a partir das 8 horas, no auditório do Universidade Tiradentes (UNIT), no bairro Cruz das Almas, em Maceió.

Voltado para o técnicos municipais, o treinamento vai abordar a situação epidemiológica e operacional da tuberculose em Alagoas, vigilância, diagnóstico e tratamento adulto e infantil da doença. Também será tratado obre o fluxo e envio das amostras laboratoriais para diagnóstico da tuberculose, bem como, do papel do Laboratório Central de Alagoas (Lacen/AL) frente a essa questão.


A coordenadora do Programa Estadual de Controle da Tuberculose, enfermeira Alda Rodrigues, explicou que a iniciativa é voltada para coordenadores de vigilância em saúde e da Atenção Primária de todos os 102 municípios alagoanos. “Em Alagoas foram notificados 1.053 casos novos e 85 óbitos de tuberculose em 2022, correspondendo a 31 casos por 100.000 mil habitantes, contra 987 casos e 65 óbitos em 2021. Isso mostra a importância de capacitarmos os técnicos municipais para o diagnóstico oportuno da doença”, destacou.

A coordenadora do Programa Estadual de Controle da Tuberculose ressaltou, ainda, que entre as pessoas diagnosticadas com a tuberculose, 11% também se encontravam infectados pelo vírus HIV. “A tuberculose é a principal causa de morte entre as pessoas vivendo com HIV e, para acabar com as mortes, deve-se garantir o acesso oportuno ao diagnóstico, tratamento preventivo e terapia retroviral”, esclareceu.

Para o secretário estadual de saúde, Gustavo Pontes de Miranda, o combate a tuberculose é mais do que um problema de saúde, pois representa também um problema social. “A tuberculose deve ser encarada também como um problema social, pois é mais comum em moradias precárias com grandes números de pessoas e pouca circulação de ar. Por isso, o Governo do Estado está comprometido em priorizar o diagnóstico e  o tratamento em tempo oportuno e, para isso, capacitar os técnicos municipais, que fazem esse trabalho na Atenção Básica, é fundamental”, salientou o gestor da saúde estadual.

Principais Sintomas – A tuberculose é caracterizada por tosse persistente, por mais de duas semanas, além de produção de catarro, febre, sudorese e cansaço. “É importante que as pessoas procurem o Posto de Saúde mais próximo de sua residência, sempre que os primeiros sintomas apareçam. O Diagnóstico precoce é essencial para evitar o agravamento do quadro e sequelas da doença”, lembrou o secretário, reforçando, ainda que os pais devem levar seus filhos para se vacinarem com a BCG para prevenção da doença.

“Além da prevenção pela vacina, as pessoas devem lembrar que o tratamento dura seis meses e deve ser levado até sua conclusão, sob risco do paciente desenvolver formas mais resistentes da tuberculose em casos de abandono do tratamento”, explicou Gustavo Pontes de Miranda. Ele lembrou que a tuberculose é curável e tem todo seu tratamento assegurado pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

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