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Clínica da Família do Jacintinho distribui panfletos sobre prevenção e tratamento do HIV na 21ª Parada do Orgulho LGBTQIAPN+

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Repórter: Suely Melo
Foto: Divulgação

Durante a 21ª Parada do Orgulho LGBTQIAPN+, que aconteceu na orla de Maceió, no domingo (26), profissionais da Clínica da Família do Jacintinho, em Maceió, órgão vinculado à Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), promoveram a entrega de panfletos informativos sobre prevenção e tratamento do Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV).

De acordo com o coordenador geral da Clínica da Família do Jacintinho, médico Marcos Ramalho, a importância dessa iniciativa é, além de aproximar as ações de saúde da população, também levar informação de qualidade aos usuários.

“Estamos chegando ao Dezembro Vermelho, mês de combate ao HIV/Aids e precisamos falar sempre das medidas de prevenção, mas falar também que é possível ter qualidade de vida convivendo com o vírus. Nos últimos anos, houve um avanço tecnológico gigantesco, tanto na prevenção quanto no tratamento. Mas na contramão disso, ainda há muito desconhecimento e preconceito. O objetivo da ação foi justamente lembrar as medidas de prevenção que vão muito além do preservativo e também mostrar que é possível ter uma vida plena e produtiva, convivendo com o vírus”, salientou Marcos Ramalho.

O vírus do HIV ataca o sistema imunológico, que é o responsável por defender o organismo de doenças. Segundo o Ministério da Saúde, as células mais atingidas pelo são os linfócitos T CD4+. O vírus é capaz de alterar o DNA dessa célula e fazer cópias de si mesmo. Depois de se multiplicar, rompe os linfócitos em busca de outros para continuar a infecção.

Os panfletos distribuídos informaram que pessoas que vivem com HIV, que fazem tratamento antirretroviral e que têm carga viral indetectável há mais de seis meses não transmitem o HIV pelo sexo. Além disso, eles também mostraram os vários métodos de prevenção, como camisinha, a Profilaxia Pós-Exposição ao HIV (PEP) e a Profilaxia Pré-Exposição ao HIV (PrEP).

A PEP consiste no uso de medicamentos antirretrovirais para reduzir o risco de infecção em situações de exposição ao vírus. É uma urgência médica, que deve ser iniciada o mais rápido possível, preferencialmente nas primeiras duas horas após a exposição e no máximo em até 72 horas. A duração da PEP é de 28 dias e a pessoa deve ser acompanhada pela equipe de saúde. Já a PREP consiste no uso de antirretrovirais (ARV) que são utilizados antes da exposição para reduzir o risco de adquirir a infecção pelo HIV.

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