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Saúde economiza com Tratamento Fora de Domicílio

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Secretário executivo de Gestão Interna da Sesau, Éder Correia, destaca que planejamento antecipado das passagens aéreas foi fundamental para redução dos custos

Conforme matéria publicada no Jornal Tribuna do Sertão, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) reduziu em 54,4% os custos do serviço de Tratamento Fora de Domicílio (TFD). De janeiro a novembro de 2023, foi registrada uma redução de gastos de R$680.344,00 em comparação ao ano de 2022 que contabilizou o valor de R$1.562.528,00. Mesmo com o controle dos gastos públicos, o Estado possibilitou que mais pacientes tivessem acesso a tratamentos de saúde que são oferecidos apenas em outros estados.

O TFD tem objetivo de assegurar a assistência integral à saúde de alagoanos que necessitam se deslocar para outros estados para dar continuidade ao tratamento de doenças que não dispõe de atendimento terapêutico em Alagoas. O serviço disponibiliza passagens terrestres e aéreas aos pacientes e acompanhantes, além de uma ajuda de custo para garantir a hospedagem nos casos que não necessitam de internação.

O secretário executivo de Gestão Interna da Sesau, Éder Correia, ressaltou que o planejamento antecipado das passagens aéreas foi fundamental para redução dos custos durante a gestão de 2023. “A redução aconteceu porque, a partir de agosto, nós reestruturamos o setor e conseguimos fazer a programação de compra de passagem e de viagens. Esse planejamento de despesas fez com que conseguíssemos fazer essa redução, pois, antes, as compras eram realizadas dentro do próprio mês e com as passagens tinham um valor mais alto por não fazer a compra previamente. Agora, acompanhamos antecipadamente paciente por paciente e conseguimos essa redução de 54,4%”.

Para garantir mais celeridade aos processos de auxílio do Tratamento Fora de Domicílio, a assessora técnica do TFD da Sesau, Darlene Nonato, explica que foi realizado um levantamento de dados e uma organização sistemática para garantir celeridade nos prontuários.

O secretário de Estado da Saúde, o médico Gustavo Pontes de Miranda, garante que mesmo com o controle sobre os gastos com passagens, o deslocamento de pacientes e acompanhantes está garantido e ampliado pela atual gestão. “O Governo do Estado contribui para garantir e ampliar o direito constitucional da população de Alagoas à saúde, e o Tratamento Fora de Domicílio é um direito legal de qualquer paciente apto a se utilizar do benefício”, ressaltou o gestor.

Lorena Freitas recebe assistência do TFD desde 2016 quando foi diagnosticada com uma grave cardiopatia

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Natural da cidade de Arapiraca, a pequena Lorena Freitas, de sete anos, recebe assistência do Tratamento Fora de Domicílio (TFD) desde quando foi diagnosticada com uma grave cardiopatia. A mãe, Bárbara Freitas, explica que a pequena foi diagnosticada ainda no ventre, com uma cardiopatia rara chamada miocardiopatia não compactada. “Durante uma viagem a São Paulo para visitar nossos familiares, realizei um ultrassom de rotina e de imediato o médico me informou sobre a cardiopatia dela e que meu Estado não teria suporte para minha filha nascer. Eu precisaria fazer uma escolha entre voltar para Alagoas e correr risco de morte ou receber o acompanhamento em São Paulo. Precisei me mudar para São Paulo durante toda gestação e permaneci por mais um ano após o nascimento”, relembrou.

Bárbara Freitas destaca que ao voltar a Alagoas soube do serviço TFD e que de imediato conseguiu o suporte necessário para dar continuidade ao tratamento da filha. “Eu busquei esse suporte para que eu pudesse ficar voltando para São Paulo para fazer o acompanhamento da Lorena. Logo consegui a assistência, com as passagens áreas e ajuda de custo. Precisava estar lá a cada dois, três meses e assim foram até os três anos de vida dela”, disse.

Para facilitar o acompanhamento, desde 2019 Bárbara passou a residir em São Paulo, e destaca que o serviço é fundamental para dar continuidade ao tratamento da pequena enquanto espera o transplante cardíaco. “O médico falou que a Lorena precisaria permanecer em São Paulo porque ela entraria na lista de transplante. Entrei em contato com o TFD, comuniquei a decisão médica e eles me informaram que iriam continuar me dando suporte, agora, por meio da ajuda de custo tanto para mim quanto para Lorena”, ressaltou.

Para ter acesso ao tratamento, os usuários do SUS devem apresentar os exames que atestam a patologia a ser tratada e um laudo médico, além da Carteira de Identidade, Cartão SUS e comprovante de residência.

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