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Aferir pressão em casa exige atenção e técnica correta, orienta profissional do Hospital do Coração Alagoano

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Repórter: Neide Brandão / Ascom Hospital do Coração Alagoano
Repórter Fotográfica: Nataly Lopes / Ascom Hospital do Coração Alagoano

Durante a medição, o paciente deve estar sentado, com as costas apoiadas, os pés no chão e o braço na altura do coração, apoiado sobre uma superfície firme

A aferição da pressão arterial em casa é uma prática importante para quem precisa acompanhar a saúde do coração, mas é essencial que o procedimento seja feito da maneira correta. Pequenos erros durante a medição podem alterar o resultado e comprometer o acompanhamento clínico.

De acordo com a técnica de enfermagem Wiquelani Nunila, do Hospital do Coração de Alagoas, o primeiro passo é escolher um aparelho validado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e com selo de segurança do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). Ela explica que os modelos de braço são os mais indicados, pois oferecem medições mais precisas que os de pulso.

“É importante verificar também o tamanho do manguito, que deve ser compatível com a circunferência do braço do paciente. Um manguito muito pequeno ou grande pode alterar o valor da pressão”, orienta Wiquelani Nunila.

Antes da medição, a profissional recomenda evitar café, exercícios físicos, fumar ou refeições pesadas por pelo menos 30 minutos. Também é importante ir ao banheiro antes da aferição, além de ficar sentado e em repouso por cerca de 5 minutos.

Durante o procedimento, o paciente deve estar sentado, com as costas apoiadas, os pés no chão e o braço na altura do coração, apoiado sobre uma superfície firme. “O manguito deve ser colocado cerca de dois a três centímetros acima da dobra do cotovelo, ajustado, mas sem apertar demais”, explica.

Periodicidade

Quanto à periodicidade, a especialista orienta que a pressão seja medida duas vezes ao dia — uma pela manhã, antes do café, e outra à noite, antes de dormir — e que sejam feitas duas medições consecutivas, com intervalo de um minuto entre elas. O ideal é anotar todos os resultados e apresentar ao médico cardiologista nas consultas de acompanhamento.

“O monitoramento domiciliar é um grande aliado no controle da hipertensão, mas não substitui o acompanhamento cardiológico. É o médico quem vai interpretar os dados e ajustar o tratamento, se necessário. Com o avanço da tecnologia e a orientação correta, medir a pressão em casa tornou-se uma ferramenta valiosa para o diagnóstico precoce e o cuidado contínuo com o coração”, reforça Wiquelani.

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