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Ambulatório Noélia Lessa promove palestra sobre Alzheimer para pacientes

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Repórter: Fabiano Di Pace
Repórter Fotográfico: Carla Cleto

Palestra para os pacientes ocorreu na recepção do Ambulatório Noélia Lessa

Em alusão ao Dia Mundial da Conscientização da Doença de Alzheimer, que ocorre no dia 21 deste mês, o Núcleo de Educação Corporativa do Ambulatório 24 Horas Noélia Lessa promoveu, nesta quinta-feira (14), um momento educativo envolvendo pacientes e o corpo técnico da unidade. A ação, que ocorreu na recepção da unidade de saúde, foi promovida em parceria com o Centro Universitário Mário Pontes Jucá (UMJ).

A técnica do Núcleo de Educação Corporativa, enfermeira Fábia Suica, ressaltou que a informação é essencial para combater preconceitos e ensinar como lidar com a doença, que a cada dia acomete mais pessoas. “O Alzheimer afeta não apenas o paciente, mas toda a família que deve estar preparada para os desafios e apoios que seu ente querido vai precisar. Por esta razão, saber como lidar com este problema é fundamental”, destacou.

A enfermeira Fábia Suica, ressaltou que a informação é essencial para combater preconceitos e ensinar como lidar com a doença

A professora do Curso de Enfermagem da UMJ, Tamyssa dos Santos, explicou que o Alzheimer é uma enfermidade degenerativa, que acomete pessoas, geralmente, com mais de 60 anos. “Existem casos registrados de pessoas, até com 45 anos, diagnosticadas com a doença, mas são extremamente raros. O mais comum, segundo se contata, é o acometimento em pessoas idosas”, pontuou.

Tamyssa dos Santos enfatizou, ainda, que o Alzheimer afeta as funções cerebrais como a memória, linguagem, cálculo, comportamento, sendo comprometidas lentamente. Conforme a professora, esse processo ocorre de forma progressiva, levando o paciente a uma dependência para executar suas atividades de vida diárias.

“O primeiro sinal de alerta que deve ser observado são lapsos de memória que prejudiquem suas atividades de vidas diárias. Esquecimentos como, deixar a porta aberta, ou não lembrar onde deixou objetos como o telefone, por exemplo, são considerados normais e acometem praticamente todas as pessoas”, ensinou. 

A professora ressaltou que o Alzheimer não tem cura, mas há medicamentos controlados que melhoram a qualidade de vida do paciente

Qualidade de Vida

A professora ressaltou que o Alzheimer não tem cura, mas há medicamentos controlados que melhoram a qualidade de vida do paciente, retardando o avanço da doença. “Por não haver cura para a demência, é importante ter uma atenção e cuidado especial com a pessoa que está com Alzheimer, dando assistência e promovendo seu bem-estar”, lembrou Tamyssa dos Santos.

Professora ressalta ser importante ter uma atenção e cuidado especial com a pessoa que está com Alzheimer, dando assistência e promovendo seu bem-estar

Para o secretário de Estado da Saúde, médico Gustavo Pontes de Miranda, momentos como o promovido pelo Ambulatório Noélia Lessa para os pacientes são importantes, pois levam informação sobre doenças que podem acometê-las no futuro, possibilitando que saibam lidar com elas. “O conhecimento é a principal arma da humanidade na luta contra enfermidades e deve ser compartilhado com todos. Parcerias com instituições são importantes para a assistência à saúde, pois levam informações atualizadas aos nossos pacientes e profissionais”, ressaltou o gestor.  

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