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Após cinco dias internada por crise asmática, menina de 10 anos recebe alta; médico orienta sobre os cuidados com a doença

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Repórter: Cláudia Valéria de Oliveira / Ascom HRPI
Repórter Fotográfica: Cláudia Valéria de Oliveira /Ascom HRPI

 Após atendimento especializado no Hospital Regional de Palmeira dos Índios, Valentina volta para casa

Valentina do Nascimento, de apenas 10 anos, já está em casa após se recuperar de uma crise de asma crônica, que resultou em cinco dias de internação no Hospital Regional de Palmeira dos Índios (HRPI). Os sintomas começaram durante o Carnaval, no município de Paulo Jacinto, cidade natal. Devido à gravidade do quadro, a menina precisou ser hospitalizada. Ela recebeu atendimento especializado e recebeu alta médica, evidenciando o cuidado permanente que os asmáticos devem ter.

O alerta é do médico pediatra do hospital,  Karllyson Melo, ao chamar a atenção para o fato de que Valentina deu entrada na unidade hospitalar com a saturação baixa, falta de ar intensa, chiado no peito e tosse persistente. Estes, segundo o especialista, são sintomas característicos de uma crise asmática aguda e devem ser observados pelos pais e responsáveis.

No Regional de Palmeira dos Índios, Valentina foi submetida a exames laboratoriais e de imagens, tratamento com broncodilatadores e corticoides. Durante os cinco dias de internação, teve monitoramento contínuo da função respiratória, apresentando, felizmente, evolução clínica satisfatória ao longo dos dias.

Valentin não via a hora de voltar a sua rotina. “Foram muitos medicamentos e exames, e estava ansiosa para voltar para casa. Vou continuar o tratamento em casa e cuidar da minha saúde para não passar por outra crise de asma”, disse a paciente, que seguirá em acompanhamento ambulatorial para controle da asma crônica. 

Pediatra Karllyson Melo reforça cuidados com a asma, doença crônica que não tem cura, mas pode ser controlada

Controle Permanente

De acordo com o pediatra Karllyson Melo, a asma exige controle permanente, principalmente em crianças e adolescentes. “Trata-se uma doença crônica e que não tem cura, mas pode ser controlada. O uso correto da medicação preventiva, o acompanhamento médico regular e a atenção aos fatores desencadeantes são essenciais para evitar novas crises”, destacou o médico.

O especialista enfatizou que poeira, fumaça, mofo, mudanças climáticas e infecções respiratórias estão entre os principais gatilhos da doença. Ele também orientou que, diante de sinais de agravamento, como dificuldade intensa para respirar ou ausência de melhora com a medicação habitual, a família deve procurar atendimento imediatamente.

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