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Bebês internados no Hospital da Criança de Alagoas são avaliados pela equipe do Projeto Respirar

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Repórter: Nataly Lopes
Repórter Fotográfica: Nataly Lopes

Profissionais do Projeto Respirar realizam avaliações de dois bebês no HCA

Dois bebês, um de 2 meses e outro de 3 meses, foram internados na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital da Criança de Alagoas (HCA), em Maceió, com um quadro grave de bronquiolite. Devido à gravidade do problema, ambos foram atendidos pelo Projeto Respirar, e estão sendo avaliados semanalmente.

A bronquiolite é uma doença viral muito comum durante o período da quadra chuvosa, quando os casos de infecção por vírus respiratórios aumentam no país inteiro. Ela atinge crianças e bebês de até 24 meses de vida. A doença se caracteriza por uma inflamação dos bronquíolos, pequenas vias aéreas que levam oxigênio para os pulmões.

“É um período que tem muitas infecções virais, como as bronquiolites, que podem se tornar graves e precisam que o paciente seja entubado. Esses procedimentos com processos inflamatórios geram necessidade de intubação e, quando o paciente vai retirar o tubo, ele não consegue ficar bem do ponto de vista de conforto respiratório”, explica o otorrinolaringologista do Projeto Respirar, João Paulo Tenório.

Cirurgião Wander Mattos explica a importância do projeto

O projeto visa melhorar a qualidade respiratória das crianças, promovendo o diagnóstico e tratamento corretos dos tipos de obstrução da via respiratória. A equipe que executa esse serviço conta com um cirurgião torácico, um otorrinolaringologista, um anestesista e um técnico de enfermagem que atendem casos em todas UTIs pediátricas públicas do Estado. 

O coordenador do projeto e cirurgião torácico, Wander Mattos, explica um dos objetivos do serviço é prevenir a traqueostomia infantil. Isso porque este procedimento aumentou em 40% a mortalidade do público pediátrico inferior a um ano de idade.

“Os efeitos desse procedimento cirúrgico a médio e longo prazo é muito ruim para as crianças. Elas não conseguem falar e nem sentir cheiro corretamente, além da cognição ficar impedida de acompanhar o desenvolvimento normal. Com avaliações como essas, que fizemos nesses dois bebês, conseguimos evitar em 70% das vezes a traqueostomia pediátrica”, afirma o coordenador do Projeto Respirar, Wander Mattos.

O pequeno Alexsandro, de 2 meses, dorme após realização do procedimento

Esperança 

Entre as crianças beneficiadas está o pequeno Ravi Noah de Lima, de apenas 3 meses.  Segundo a mãe do bebê, Monick de Lima, ela percebeu o filho muito cansado e o levou para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), tendo sido encaminhado posteriormente para o HCA, onde foi diagnosticado com bronquiolite, pneumonia e uma infecção intestinal. “Graças a equipe do Hospital da Criança, meu filho tem um diagnóstico e está sendo assistido”, salientou.

Lidiane da Conceição vive uma situação parecida com o seu filho, o pequeno Alexsandro Batista, de 2 meses. “Quero ver meu pequeno saindo bem daqui, com saúde. As equipes do hospital têm tratado muito bem o meu filho e espero que ele saia daqui”, frisou a jovem mãe.


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