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Cardiologista do Hospital do Coração Alagoano orienta sobre os riscos do consumo exagerado de bebidas energéticas

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Repórter: Nataly Lopes / Ascom Hospital do Coração Alagoano
Repórteres Fotográficas: Neide Brandão e Nataly Lopes / Ascom Hospital do Coração Alagoano

O consumo excessivo de bebidas energéticas, aliadas ao álcool, pode ocasionar arritmia e pico hipertensivo

O consumo exagerado de bebidas energéticas ou combinadas com bebidas alcoólicas pode ocasionar graves problemas cardíacos. Esse é um alerta do cardiologista Pedro Albuquerque, que atua no Hospital do Coração Alagoano, localizado no bairro Cidade Universitária, em Maceió, e vinculado à Secretaria de Estado da Saúde (Sesau).

O alerta do cardiologista se baseia em uma pesquisa da Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes e de Bebidas Não Alcoólicas (ABIR). Segundo o estudo, a produção de bebidas energéticas no Brasil aumentou de 63 milhões de litros para 151 milhões de litros entre os anos de 2010 a 2020.

Com o aumento no consumo pela população, aumentaram também os riscos que essas bebidas podem causar no organismo, conforme ressalta Pedro Albuquerque. “Apesar da sensação de bem-estar e de euforia, por conta das substâncias cafeína, taurina e arginina, os energéticos, quando consumidos em excesso e, principalmente, junto de bebidas alcoólicas, estimulam o sistema cardiovascular, podendo levar a uma arritmia e a um pico hipertensivo”, explica o cardiologista. 

O consumo excessivo de bebidas energéticas, aliadas ao álcool, pode ocasionar arritmia e pico hipertensivo

Exemplo

O ator carioca Rafael Zulu, de 42 anos, foi um desses casos e fez um alerta sobre essa situação no programa “Sem Censura” da TV Brasil, emissora pública do Governo Federal. Durante a entrevista, o artista disse que bebeu cerca de 2,5 litros de bebidas energéticas enquanto estava em casa e, com isso, começou a sentir taquicardia, caracterizada pelo aumento na frequência cardíaca. 

“Eu sempre bebi pouco energético, mas nesse dia passei do ponto. Misturei com álcool e bebi umas seis latas. Comecei a ter taquicardia e fui ao hospital. Meu coração estava batendo fora do compasso. A médica disse que era fibrilação atrial e que eu precisava ser internado imediatamente”, relatou o ator.

O médico Pedro Albuquerque explica que esse possível efeito colateral sofrido pelo artista não é tão raro como se acha e orienta que é recomendado evitar o excesso e a combinação com bebidas alcoólicas. Já para pacientes que têm doenças cardiovasculares, é importante que eles procurem o cardiologista para verificarem se podem consumir o energético.

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