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Classificação de risco nas UPAs estaduais garante prioridade a casos mais graves

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Repórter: Fabiano Di Pace / Ascom Sesau
Repórter Fotográfica: Carla Cleto Cleto / Ascom Sesau

Nas UPAs mantidas e gerenciadas pela  Sesau é adotado um sistema de classificação de risco, que indica a gravidade do paciente se ele precisa de atendimento imediato ou não

Para assegurar um sistema de atendimento eficaz, todas as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) mantidas e gerenciadas pela Secretaria de Estado de Saúde (Sesau) adotam um sistema de classificação de risco, conforme preconizado pelo Ministério da Saúde (MS). Deste modo, ao chegar aos equipamentos de saúde em busca de assistência, os pacientes passam por uma triagem, que indica se o atendimento deve ser imediato ou não.

Segundo o gerente de Atenção Pré-Hospitalar da Sesau, Franklin Machado, esse sistema busca aperfeiçoar o atendimento, priorizando os casos mais graves. “Serviços como as UPAs precisam de um sistema de triagem para assegurar que os atendimentos sigam a ordem correta de prioridade para reforçar a segurança clínica e bem-estar de todos os pacientes”, explica o gerente.

Nas UPAs estaduais foi adotado um sistema de classificação de risco com cores para definir o atendimento. “Após o paciente chegar à UPA, ele passa por uma avaliação inicial, onde um profissional de enfermagem habilitado, seguindo o Protocolo de Manchester, identifica a gravidade do caso”, destaca Franklin Machado.

Para verificar o nível de gravidade do paciente, ele passa por uma triagem, seguindo o Protocolo de Manchester

O paciente recebe uma identificação, sendo a vermelha como de atendimento imediato, devido à situação urgentíssima. O classificado com a cor laranja é um paciente com quadro clínico urgente e o paciente classificado com a cor amarela é grave, mas que pode esperar mais tempo que os de alto risco.

O paciente triado com a cor verde é o de baixa complexidade, que pode esperar e ser atendido por ordem de chegada no consultório médico de forma ambulatorial. Por fim, o classificado com a cor azul, é o de baixa complexidade, cujo atendimento deve ser realizado na Unidade Básica de Saúde (UBS) municipal, pois não apresenta risco de complicações imediatas ou de morte.

“É importante lembrar que as UPAs estão preparadas para fazer o atendimento a todos os pacientes com profissionais preparados e estrutura apta para uma assistência célere e resolutiva, mas o tempo de espera para ser atendido vai depender, também, do fluxo de usuários, pois cada UPA tem um número de consultórios, de leitos e profissionais pré-estabelecidos”, explica o gerente de Atenção Pré-Hospitalar da Sesau.

Dependendo do quadro clínico do paciente, ele pode ser atendido imediatamente, aguardar os mais graves serem assistidos ou ser encaminha para uma UBS municipal

Quando procurar a UPA

A UPA funciona 24 horas por dia, nos sete dias da semana e seu objetivo é resolver grande parte das urgências, como pressão e febre alta, cortes, infarto, derrame e fraturas. As unidades possuem estruturas com raios-x, leitos de observação e de urgência, laboratório de exames por imagem e de análises clínicas, salas de gesso e de nebulização.

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