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Médico do Hospital Dr. Ib Gatto Falcão orienta sobre os cuidados preventivos contra a asma

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Repórter: Maju Silva / Ascom Hospital Ib Gatto Falcão
Foto: 
Pedro Júnior / Ascom Hospital Ib Gatto Falcão

Helion Lisboa ressalta que as crises de asma podem ser desencadeadas por fatores como poeira, mofo, mudanças bruscas de temperatura, fumaça, poluição, infecções respiratórias, esforço físico

Celebrado na primeira terça-feira de maio, o Dia Mundial de Combate à Asma chama a atenção para a conscientização, prevenção e controle de uma das doenças respiratórias crônicas mais comuns no mundo. A data alerta para o diagnóstico precoce, o acompanhamento médico regular e a adoção de medidas preventivas para garantir qualidade de vida aos pacientes, conforme orienta o médico Helion Lisboa, que atua no Hospital Dr. Ib Gatto Falcão, em Rio Largo.

Segundo ele, a asma é uma doença inflamatória crônica que afeta as vias respiratórias, provocando sintomas como falta de ar, chiado no peito, tosse persistente, principalmente à noite ou nas primeiras horas da manhã, e sensação de aperto no peito.

Ele ressalta que as crises podem ser desencadeadas por fatores como poeira, mofo, mudanças bruscas de temperatura, fumaça, poluição, infecções respiratórias, esforço físico e até situações de estresse emocional.

“Embora a asma não tenha cura, ela pode ser controlada com diagnóstico adequado e tratamento contínuo e, quando acompanhada corretamente, permite ao paciente ter uma vida normal. O problema é que muitas pessoas negligenciam sintomas recorrentes, como tosse frequente e falta de ar, e só procuram atendimento em momentos de crise. O diagnóstico precoce é essencial para evitar complicações e internações”, explica Helion Lisboa.

O que pode agravar o quadro?

O médico destaca, ainda, que a automedicação e a interrupção do tratamento sem orientação profissional podem agravar o quadro. “Muitos pacientes suspendem o uso da medicação ao perceberem melhora dos sintomas, mas o controle da asma exige acompanhamento contínuo. O tratamento deve ser individualizado e ajustado conforme a evolução clínica”, acrescenta.

A atuação da fisioterapia respiratória também é fundamental no controle da doença. Para isso, o acompanhamento fisioterapêutico auxilia na melhora da função pulmonar e na orientação de técnicas que ajudam o paciente a enfrentar crises.

“A fisioterapia respiratória trabalha o fortalecimento da musculatura ventilatória, ensina técnicas de controle da respiração e contribui para reduzir o impacto das crises asmáticas. Além disso, orientamos sobre hábitos que ajudam a minimizar a exposição aos fatores desencadeantes”, pontua o profissional.

Medidas preventivas

Entre as principais medidas preventivas estão manter os ambientes limpos e ventilados, evitar contato com poeira e fumaça, higienizar regularmente roupas de cama, evitar exposição a alérgenos e seguir corretamente o tratamento prescrito.

“Por isso, diante de sintomas respiratórios persistentes ou crises frequentes, a população deve procurar avaliação médica. A informação e o cuidado contínuo são fundamentais para o controle da asma e para a promoção da saúde respiratória”, observa Helion Lisboa.

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