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Pediatra da Sesau orienta pais sobre a doença Mão-Pé-Boca

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Repórter: Fabiano Di Pace / Ascom Sesau
Repórter Fotográfico: Olival Santos / Ascom Sesau

Altamente contagiosa e causada pelo vírus Coxsackie, a Doença Mão-Pé-Boca é mais comum na infância, antes dos 5 anos de idade

Altamente contagiosa e causada pelo vírus Coxsackie, a doença Mão-Pé-Boca é mais comum na infância, antes dos 5 anos de idade. Por isso, a pediatra da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), Sirmani Frazão, orienta os pais para redobrar a atenção com os pequenos na primeira infância. 

A especialista ressalta que medidas de higiene e a busca de atendimento médico, em casos de suspeita, são as melhores medidas para lidar com a doença.  “Embora a doença geralmente se resolva sozinha com tratamento sintomático, é preciso que os pais fiquem atentos e procurem sempre uma Unidade Básica de Saúde (UBS) em casos de agravamentos dos sintomas”, reforça. 

A pediatra da Sesau, Sirmani Frazão, orienta os pais para redobrar a atenção com os pequenos na primeira infância e, em caso de sintomas, da Mão-Pé-Boca, encaminhá-los à unidade de saúde mais próxima

De acordo com Sirmani Frazão, a doença recebe este nome porque as lesões aparecem mais comumente em mãos, pés e boca. “A doença se manifesta com febre, lesões na boca, mãos e pés, e pode ser transmitida por contato direto ou indireto com secreções respiratórias e fezes”, destaca, ao orientar que, neste período, as crianças devem ficar afastadas da escola por uma semana, para não disseminar o vírus.

Entre os principais problemas que podem ser causados pela doença Mão-Pé-Boca estão a desidratação e a dificuldade na alimentação.  “Os pais devem sempre observar a criança a assegurar que ela esteja recebendo uma quantidade correta de água, além de favorecer uma alimentação pastosa, já que as lesões podem acontecer na garganta, dificultando que a criança se alimente ou beba líquidos normalmente”, pontua Sirmani Frazão.

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