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Programa Ame-se assegura reconstrução mamária de mulheres mastectomizadas em razão do câncer de mama

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Repórter: Neide Brandão
Repórteres Fotográficos: Carla Cleto, Nataly Lopes e Olival Santos 

O impacto do Programa Ame-se na vida de pacientes que superaram o câncer de mama e conseguiram a reconstrução de suas mamas é impressionante

Durante o Outubro Rosa, mês dedicado à conscientização sobre o câncer de mama, é impossível não destacar o Programa Ame-se, iniciativa do Governo de Alagoas, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), que tem transformado a vida de muitas mulheres que enfrentam a doença. Com foco na reconstrução mamária, a estratégia tem sido um suporte para aquelas que já concluíram os tratamentos oncológicos e desejam restaurar a autoestima.

Entre as mulheres beneficiadas pelo Ame-se estão Salaciane Félix, 34 anos, e Elielma dos Santos, 36 anos, que compartilham experiências marcantes. As duas, após passarem pelo processo de diagnóstico, o árduo e doloroso tratamento, conseguiram se recuperar e, graças ao programa, foram submetidas ao processo de reconstrução mamária, escrevendo assim uma nova página em suas vidas.

Salaciane passou por uma cirurgia de reconstrução mamária e se mostra satisfeita e com autoestima elevada

Salaciane descobriu o câncer em 2019, após sentir dores nas mamas. Ela passou por uma cirurgia de reconstrução mamária realizada no Hospital Metropolitano de Alagoas, e se mostrou satisfeita com o resultado. “Depois que fiz a reconstrução da mama estou muito feliz, com a autoestima lá em cima”, frisou, ao estampar um sorriso no rosto.

Elielma, por sua vez, recebeu o diagnóstico aos 29 anos. Durante a amamentação da filha mais nova, percebeu um nódulo. “Os médicos inicialmente desacreditaram que fosse câncer devido à minha idade, mas a biópsia confirmou o diagnóstico”, relatou.

Elielma está em fase de finalização de sua reconstrução mamária, após enfrentar um tratamento intenso, que incluiu quimioterapia, radioterapia e mastectomia

Ela enfrentou um tratamento intenso, que incluiu quimioterapia, radioterapia e mastectomia. Agora, em fase de finalização da reconstrução mamária, agradeceu ao Ame-se. “Estou bem e super realizada. O diagnóstico não é certeza de morte; com fé, apoio familiar e psicológico, é possível vencer”, afirmou.

Para o secretário de Estado da Saúde, Gustavo Pontes de Miranda, o Programa Ame-se não se resume apenas a uma iniciativa de saúde pública, mas, segundo ele, é uma ação social. “O Ame-se cumpre um papel social importantíssimo, porque para a mulher que venceu o câncer de mama, mas teve que fazer a supressão do seio, poder reconstrui-lo depois eleva a sua autoestima e a possibilitar seguir a vida sem estar com uma parte do corpo mutilada em razão da doença. Por isso, a nossa satisfação em assegurar este programa tão importante para as alagoanas”, frisou o gestor da saúde estadual.

Mas do que um programa de saúde, o Ame-se é uma ação de cunho social, salientou o secretário Gustavo Pontes de Miranda

O Programa Ame-se

A médica Carolina Fioretto, mastologista especializada em reconstrução de mamas e responsável pelo programa, explicou a importância do Ame-se para a população alagoana. “É o único do SUS em Alagoas voltado para reconstruções mamárias pós-tratamentos de câncer. Atendemos pacientes de toda a rede oncológica que completaram o tratamento e preenchem os critérios do programa”, detalhou.

Desde 2021, o programa tem evoluído, operando cerca de quatro pacientes por mês e realizando atendimentos quinzenais no Ambulatório do Hospital Metropolitano de Alagoas (HMA), em Maceió. A especialista enfatizou que a proposta vai além da estética. “Estamos aqui para melhorar a qualidade de vida e a autoimagem das pacientes, devolvendo a elas a imagem de vencedoras”, frisou a médica. 

Ao ingressar no Programa Ame-se, as mulheres masrectomizadas em razão do câncer de mama, passam a ter acompanhamento no Ambulatório do Hospital Metropolitano, até serem submetidas a reconstrução mamária

Acesso

Para ser incluída no Ame-se e ter acesso ao processo de reconstrução mamária, basta procurar uma Unidade Básica de Saúde do município de residência e solicitar o encaminhamento pelo Sistema de Regulação. “Em um mês em que se fala sobre prevenção e diagnóstico do câncer de mama, é fundamental também dar visibilidade àqueles que já venceram a doença e buscam reconstruir suas vidas e suas imagens. Isso é o que o Programa Ame-se faz”, pontuou Carolina Fioretto.

O diretor do Hospital Metropolitano de Alagoas (HMA), Filipe Fernandes, ressaltou ainda que o programa é um exemplo inspirador de como a saúde pública pode transformar vidas. “As histórias de Salaciane e Elielma são um lembrete poderoso de resiliência e esperança, mostrando que, com apoio e amor, é possível superar até os desafios mais difíceis”.

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