Repórter: Fabiano Di Pace / Ascom Sesau
Repórter Fotográfica: Carla Cleto / Ascom Sesau

A Secretaria de Estado de Saúde (Sesau) reforça, junto à população alagoana, a importância de manter o calendário vacinal atualizado para assegurar a proteção contra a rubéola. Isso porque a vacinação representa a forma mais eficaz de se prevenir contra a doença, que é de alta contagiosidade e transmitida pelo vírus do gênero Rubivirus, da família Togaviridae.
Extremamente grave, a Rubeóla é muito perigosa, principalmente durante a gestação, uma vez que atinge o feto ou o recém-nascido acarretando inúmeras complicações para a mãe. Entre elas está o aborto e malformações congênitas, como surdez, malformações cardíacas e lesões oculares.

Para evitá-la, é necessário se imunizar com a vacina tríplice viral, que protege contra rubéola, além de sarampo e caxumba. Ela deve ser aplicada em duas doses, sendo a primeira, a partir dos 12 meses de idade, e a segunda com um ano e três meses.
Pessoas que ainda não foram vacinadas, com idade até 29 anos, devem receber as duas doses, com intervalo de 30 dias entre as aplicações. Quanto aos adultos de 30 até 59 anos, é preconizada apenas uma dose da vacina tríplice viral, explicou a enfermeira.
O secretário de Estado da Saúde, Gustavo Pontes de Miranda, lembrou que o Brasil possui um dos maiores e mais eficientes programas de imunização que permeia as três esferas de gestão. “As vacinas são essenciais para a erradicação e prevenção de diversas doenças graves, são seguras e estão disponíveis em todo território nacional”, reforçou o gestor.

Transmissão
A rubéola é uma doença infecciosa aguda causada por um vírus. Ela é altamente contagiosa e transmitida por gotículas respiratórias de pessoas infectadas.
Quanto aos dados epidemiológicos, a Sesau informa que no Brasil não há registro de Rubéola desde 2008, quando foram registrados 2.173 casos, sendo 14 deles em Alagoas. Salienta que, no dia 23 de abril de 2015, o Governo do Brasil recebeu do Comitê Internacional de Experts o atestado de Verificação da Eliminação da Rubéola e da Síndrome da Rubéola Congênita.
A Sesau ressalta, entretanto, que manter o calendário vacinal atualizado é fundamental para que o país e, consequentemente, Alagoas, não venham a registrar novos casos da doença, que é imunoprevenível, ou seja, pode ser evitada por meio da vacinação.


