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Seis municípios são certificados no 1º Desafio de Vigilância da Qualidade dos Dados de Hanseníase

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Repórter: Ruana Padilha
Repórter Fotográfico: Marco Antônio

O I Desafio de Vigilância da Qualidade dos Dados de Hanseníase promovido pela Sesau ocorreu nesta segunda-feira (24), no auditório do Campus I do Centro Universitário Cesmac, no bairro Farol, em Maceió


A Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), por meio do Programa de Vigilância e Eliminação da Hanseníase do Estado, certificou seis municípios que se destacaram no I Desafio de Vigilância da Qualidade dos Dados de Hanseníase. A iniciativa, que teve como objetivo aprimorar a precisão e atualização das informações sobre a doença, reconheceu as equipes que demonstraram maior compromisso com a melhoria dos registros epidemiológicos. A premiação ocorreu nesta segunda-feira (24), no auditório do Campus I do Centro Universitário Cesmac, no bairro Farol, em Maceió.

O I Desafio de Vigilância da Qualidade dos Dados de Hanseníase faz parte de um compromisso firmado pela Sesau no último Seminário Estadual de Combate à Hanseníase, realizado durante a Campanha Janeiro Roxo. Foram certificados os municípios de Piaçabuçu, Campo Alegre, Olho d’Água das Flores, Atalaia, São José da Tapera e União dos Palmares, que tiveram as maiores porcentagens na redução de inconsistências e preenchimento de lacunas em registros de casos notificados entre janeiro de 2020 e outubro de 2024.

Durante oI Desafio de Vigilância da Qualidade dos Dados de Hanseníase foram certificados os municípios de Piaçabuçu, Campo Alegre, Olho d’Água das Flores, Atalaia, São José da Tapera e União dos Palmares

A técnica do Programa de Vigilância e Eliminação da Hanseníase do Estado, Ana Patrícia Ramos, ressaltou que o desafio foi uma forma de auxiliar e adquirir dados fidedignos para o Banco de Dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) do Ministério da Saúde. “Por meio dos dados do Sinan construímos ações eficazes para o combate à hanseníase no Estado, fazendo com que cada vez mais as pessoas diagnosticadas com hanseníase iniciem o tratamento de forma oportuna”, frisou.

Ana Patrícia Ramos explicou que a iniciativa teve a adesão de 89 municípios alagoanos e que o desafio foi dividido em seis grupos, segundo as notificações. “Hoje estamos certificando os que tiveram a maior porcentagem no preenchimento dos dados”, disse.

A técnica do Programa de Vigilância e Eliminação da Hanseníase do Estado, Ana Patrícia Ramos, ressaltou que o I Desafio de Vigilância da Qualidade dos Dados de Hanseníase foi uma forma de auxiliar e adquirir dados fidedignos para o Banco de Dados do Ministério da Saúde

Presente no evento, o consultor técnico da Coordenação Geral de Vigilância da Hanseníase e Doenças em Eliminação do Ministério da Saúde, enfermeiro George Sousa, parabenizou o Estado pela iniciativa, que tem o objetivo de reduzir a subnotificação de casos de hanseníase. “A Hanseníase ainda é um problema de saúde pública no Brasil e nós como país somos o segundo com maior número de casos. Por isso, as estratégias de combate à transmissão da doença, que unem os municípios e os Estados, são fundamentais. Reconhecemos os benefícios dessa atividade promovida pelo Estado para que tenhamos o número fidedigno de casos de hanseníase em Alagoas e possamos desenvolver ações mais efetivas, visando quebrar a cadeia de transmissão”, salientou.

Presente no evento, o consultor técnico da Coordenação Geral de Vigilância da Hanseníase e Doenças em Eliminação do Ministério da Saúde, enfermeiro George Sousa, parabenizou o Estado pela iniciativa

Incentivo

A coordenadora da Vigilância Epidemiologia de Olho d’Água das Flores, Tábata Almeida, comemorou a certificação e destacou a importância do incentivo estadual no combate à hanseníase. “É com grande alegria que recebo esse certificado, pois ele significa que o nosso trabalho, trabalho de formiguinha, está fazendo efeito na ajuda relativa ao levantamento de dados para o Sinan. Uma conquista não só da nossa equipe, mas do município e do Estado, com foco no combate à subnotificação de casos de hanseníase”, pontuou. 

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