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Sesau alerta alagoanos sobre medidas preventivas contra as arboviroses

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Repórter: Ruana Padilha / Ascom Sesau
Repórter Fotográfica: Carla Cleto / Ascom Sesau

Evitar nas residências o acúmulo de garrafas vazias, pneus são providências simples que evitam a proliferação do Aedes aegypti

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) emitiu um novo alerta à população alagoana sobre as medidas preventivas contra as arboviroses, que são doenças transmitidas pelo Aedes aegypti. As mais comuns no Brasil são a dengue, zika e chikungunya, segundo o Ministério da Saúde.

Segundo o supervisor de endemias da Sesau, Paulo Protásio, uma das medidas importantes é evitar a água parada, onde os mosquitos se reproduzem. “Evitar nas residências o acúmulo de garrafas vazias, pneus, vasos de plantas e baldes são providências simples que podem garantir a segurança e bem-estar de todos”, destacou.

O supervisor de endemias da Sesau reforçou, ainda, que as ações preventivas são cruciais, especialmente em períodos chuvosos e de calor, quando a proliferação do mosquito é mais acentuada. “Em momentos como agora, na primavera, temos dias que chove e faz sol, criando um ambiente propício à proliferação do Aedes aegypti. Por isso, temos que redobrar a atenção para evitar os criadouros do mosquito”, enfatizou.

Paulo Protásio reforça que as ações preventivas são cruciais, especialmente em períodos chuvosos e de calor

Dados da arboviroses

Alagoas registrou, no período de janeiro a outubro deste ano, 7.103 casos prováveis de dengue. Os casos de zika foram 37, e os de chikungunya 3.232. Há o registro de uma morte por dengue.

O secretário de Estado da Saúde, Gustavo Pontes de Miranda, lembrou que o combate ao Aedes aegypti requer um esforço conjunto de todos. De acordo com ele, o órgão conta com o trabalho constante de monitoramento, capacitação e assistência técnica aos municípios.

Gustavo Pontes de Miranda diz que as pessoas devem combater o mosquito em suas residências, pois mais de 70% dos criadouros estão nos domicílios

“Além da ação dos órgãos públicos, é necessário que as pessoas combatam o mosquito em suas residências. Isso porque mais de 70% dos criadouros estão nos domicílios, conforme estudo da Fiocruz [Fundação Oswaldo Cruz]”, enfatizou o secretário.

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