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Sesau assegura programa de assistência a crianças com problemas nas vias aéreas

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Repórter: Ruana Padilha
Repórter Fotográfico: Marco Antônio

O Projeto Respirar assegura que as crianças com problemas nas vias respiratórias sejam submetidos a traqueostomia caso seja necessário e também atua para evitar que o procedimento seja realizado

Liberar as vias aéreas, facilitando a respiração é o objetivo da traqueostomia. Nesse procedimento, é criada uma rota alternativa para estabelecer a respiração de pacientes com alguma obstrução à passagem de ar na laringe. No Dia Nacional da Criança Traqueostomizada, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) destaca a importância do primeiro Ambulatório Pediátrico de Via Aéreas, inaugurado em janeiro do ano passado e que presta assistência aos pequenos, atendidos pelo Projeto Respirar.

Por meio dele, uma equipe multidisciplinar qualificada atua para realizar a traqueostomia em casos graves, assegura a reversão do procedimento de forma segura e eficaz e, em alguns casos, evita que as crianças sejam submetidas ao procedimento. Os procedimentos são realizados no Hospital da Mulher de Alagoas, situado no bairro Poço, em Maceió, e vinculado à Sesau.

O secretário de Estado da Saúde, médico Gustavo Pontes de Miranda, salienta a importância do Projeto Respirar para assistir as crianças alagoanas com problemas nas vias aéreas

O secretário de Estado da Saúde, médico Gustavo Pontes de Miranda, destaca a importância do projeto na assistência infantil. “O Respirar segue transformando vidas de crianças e suas famílias. Estamos muito entusiasmados com os resultados. Por meio desta iniciativa iremos continuar atendendo as crianças que necessitarem deste serviço, assim como determinou o governador Paulo Dantas”, assegura o gestor da saúde estadual.

O coordenador do Projeto Respirar e do Ambulatório Pediátrico de Via Aéreas, cirurgião torácico Wander Mattos, explica que além das crianças receberem toda assistência especializada, elas saem da unidade com um encaminhamento para fazer a reabilitação. Atualmente, o Ambulatório Pediátrico de Via Aéreas atende 220 crianças de todo o Estado.

O cirurgião torácico e coordenador do Projeto Respirar, Wander Mattos, explica que além das crianças receberem assistência especializada, saem da unidade com um encaminhamento para fazer a reabilitação

“No projeto, possuímos uma estrutura muito inteligente, montada para ocupar cada lacuna assistencial. Antes do Projeto Respirar, tínhamos a dificuldade do acesso ao diagnóstico correto, mas, atualmente, contamos com uma equipe móvel e especializada que atende no Hospital da Mulher, realizando diagnóstico, assistência ambulatorial e cirúrgica, mas que também visita as UTIs dos hospitais para acompanhar as crianças”, salienta o coordenador do Projeto Respirar e do Ambulatório Pediátrico de Via Aéreas.

Wander Mattos destaca, ainda, que todas as crianças passam por avaliação e procedimentos no Projeto Respirar. Ele enfatiza que no ambulatório são atendidos pacientes neuropatas, restritos com doenças graves e com pouca cognição, impostas pela doença e que precisam de traqueostomia para respirar no home care.

“Também atendemos as crianças que são típicas, mas que, por algum motivo, tiveram que ser traqueostomizadas e as que já chegam ao ambulatório traqueostomizadas, de diversos lugares do Estado. Por isso, esse projeto já é um marco para saúde pública e já passou das fronteiras de Alagoas, pois alguns estados já estudam nosso projeto para que possam implantá-lo”, enfatiza.

A pequena Lorena da Silva foi uma das crianças beneficiadas pela Sesau e que, após o tratamento no Ambulatório Pediátrico de Vias Aéreas

Beneficiada
A pequena Lorena da Silva foi uma das crianças beneficiadas pela Sesau e que, após o tratamento no Ambulatório Pediátrico de Vias Aéreas já retirou a traqueostomia. A mãe dela, Joelma da Silva, relata que se sentiu aliviada com a boa recuperação da filha e agradece por toda assistência que recebeu.

“Lorena estava aparentemente normal até que acordou um dia se sentindo fraca, sem conseguir ficar em pé. Fui para o hospital, ela ficou entubada um mês e cinco dias e já saiu de lá com a traqueostomia, que usou por seis meses. Graças a Deus deu tudo certo e a traqueostomia foi retirada. Só tenho a agradecer pelo atendimento e os cuidados que a equipe do Projeto Respirar tiveram com minha filha”, enaltece.

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